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	<title>Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</title>
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	<description>Classificados de propriedades rurais, venda de mudas e consultoria completa em heveicultura.</description>
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		<title>Madeira da borracha</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 01:35:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Chagas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Estudo mostra a viabilidade do uso do tronco da seringueira para produzir móveis A borracha da seringueira ainda é imbatível. Está presente na composição dos pneus de carros e caminhões numa proporção entre 16% e 40% e até em 100%<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/madeira-da-borracha-3/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/madeira-da-borracha-3/">Madeira da borracha</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo mostra a viabilidade do uso do tronco da seringueira para produzir móveis</p>
<p style="text-align: justify">A borracha da seringueira ainda é imbatível. Está presente na composição dos pneus de carros e caminhões numa proporção entre 16% e 40% e até em 100% nos aviões, além de ser usada para produção de um variado número de utensílios, de luvas cirúrgicas a preservativos. Ela traz níveis de maciez, flexibilidade, resistência, impermeabilidade e capacidade de isolamento elétrico não encontrados nas borrachas sintéticas. A riqueza natural do látex – matéria-prima extraída por meio de cortes, chamados de sangrias, na casca do tronco da seringueira, a Hevea brasiliensis – deverá se juntar em breve no Brasil ao uso nobre da madeira dessa árvore para a fabricação de móveis. Um estudo do professor Francisco José do Nascimento Kronka, do Instituto Florestal, órgão vinculado à Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, demonstrou a viabilidade técnica e comercial do uso do tronco da seringueira quando a produção de látex diminui, o que acontece depois de cerca de 35 anos após o plantio. “Isso já é feito com sucesso em países como Tailândia, Malásia, Indonésia e Vietnã, no Sudeste Asiá­tico”, diz Kronka. “Em 2008, quando estive no Vietnã, a meta de exportação de móveis produzidos com madeira de seringueira era de US$ 4 bilhões.”</p>
<p style="text-align: justify">“No Brasil ainda não há mercado formado para a madeira da seringueira e grande parte é queimada em fornos e caldeiras ou utilizada em experimentos isolados, como em Mato Grosso, para confecção de tamancos”, diz Heiko Rossmann, diretor-secretário da Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha (Apabor). Essa entidade foi uma das cinco instituições parceiras no estudo de Kronka, que durou sete anos e recebeu financiamento da FAPESP por meio de um projeto do Programa de Pesquisa em Políticas Públicas. As outras entidades foram a Associação Brasileira das Indústrias de Mobiliário (Abimovel), a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento Estadual, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Centro Tecnológico de Formação Profissional da Madeira e do Mo­biliário de Votuporanga (Cemad) do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). No campo acadêmico, a parceira é a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP).</p>
<p style="text-align: justify">Embora a área energética tenha necessidade cada vez maior de biomassa, a queima da madeira da seringueira, que tem uma cor clara, quase esbranquiçada, e pode receber vários tratamentos para exibir outras cores, é uma perda considerável porque é um produto nobre e bom para a fabricação de mesas, cadeiras, camas e estantes, além de laminados e compensados. “Marceneiros a quem mostramos a madeira da seringueira se mostraram dispostos a pagar de 20 a 30% a mais que a madeira de pinus [Pinus sp. ou pinheiro, árvore de reflorestamento muito usada no Brasil] por ser de melhor qualidade”, diz Kronka, que visitou várias empresas. Ele também levou a madeira para a fabricante de lápis Faber Castell. Toras de seringueira foram enviadas à serraria da empresa localizada no município de Prata, em Minas Gerais, e depois de processadas levadas para a fábrica da empresa em São Carlos, no interior paulista. “Eles estudaram a madeira e ela foi bem aceita para a produção de lápis”, conta Kronka, também presente com outro estudo nesta mesma edição, na página 50.</p>
<p style="text-align: justify">O pinus usado em lápis e pela indústria moveleira, segundo o estudo do pesquisador, deve apresentar um déficit nos próximos anos devido a um consumo maior que o atual tamanho das florestas plantadas. O eucalipto, outra madeira de reflorestamento muito usada para móveis, também tem forte tendência para o consumo ser maior que a produção na próxima década. Outro fator importante que conta para a necessidade de madeiras para uso mobiliário é a diminuição da extração em florestas nativas, seja pelo contingenciamento de cotas dessas árvores, pressão ambientalista ou grande distância dos centros consumidores. “Assim, não é nada nobre queimar a seringueira”, diz Kronka. Ele mesmo obteve informações sobre a compra por R$ 45 a tonelada de madeira de seringueira por uma usina, no interior paulista, produtora de cana e de energia elétrica com a queima do bagaço de cana e outros restos de produção agrícola. Enquanto isso, em março deste ano, o metro cúbico (m3) de madeira de seringueira na Indonésia, segundo a Apabor, custava US$ 66, um valor em baixa devido à crise econômica de 2009. Em novembro de 2008 o preço médio naquele mesmo país chegou a US$ 230 o m3.</p>
<p style="text-align: justify">Diante de um quadro tão díspare em relação ao mercado mundial, é de grande importância capacitar o agricultor que planta a seringueira também para o aproveitamento da madeira. “Precisamos de clones [variedades]que se adaptem ao corte e a constantes desbastes para corrigir o tronco e deixá-lo mais reto.” Entre as medidas estudadas por Kronka está o tratamento da madeira após o corte. “É preciso desdobrar a madeira (fazer caibros e tábuas) o mais rápido possível e em seguida dar um banho com fungicida por cinco minutos para evitar os fungos que atacam a madeira recém-cortada.” Depois ela ainda deve ser mergulhada em inseticida e solvente mineral para evitar o ataque de broca quando a madeira secar.</p>
<p style="text-align: justify">“A madeira tem um valor incrível”, diz o pesquisador Paulo de Souza Gonçalves, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que realiza seu trabalho desde 1987 no Instituto Agronômico (IAC), em Campinas. “A venda da madeira poderia pagar o investimento de um novo plantio, que custa cerca de R$ 10 mil o hectare”, diz Gonçalves. Para ele, o trabalho de Kronka deverá incentivar o uso mais nobre do tronco da seringueira, a adoção de variedades mais produtivas e o aumento da área de plantio, principalmente no estado de São Paulo, detentor de 55% da produção nacional, com 67,1 mil toneladas de borracha produzidas em 2008. Para Kronka, uma vantagem adicional favorece o uso da madeira da seringueira no estado de São Paulo: “É que o polo moveleiro existente nos municípios de São José do Rio Preto, Votuporanga e Tupã se sobrepõe ao principal polo seringueiro do estado”.</p>
<p style="text-align: justify">Em 2008 o Brasil produziu 123,1 mil toneladas, o equivalente a 1,2% da produção mundial liderada pela Tailândia, com 30,8% do total. Esse país mais seus vizinhos, Malásia, Indonésia e Vietnã, são responsáveis por 75,5% do fornecimento da borracha no mundo. Eles são seguidos pela Índia, com 8,8%, e China, com 5,6%. No âmbito do consumo, o Brasil precisou de 366 mil toneladas de borracha em 2008, representando 3,5% do total mundial. A China é o maior consumidor, com 29%. O déficit brasileiro é coberto com importações ao valor de US$ 666,4 milhões, conforme dados do pesquisador Paulo Gonçalves. “Temos só no estado de São Paulo 14 milhões de hectares aptos ao plantio da seringueira”, diz ele. São áreas que partem da região central do estado em direção ao norte, incluindo estados produtores como Mato Grosso, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, além do norte do Paraná, com mais dezenas de milhões de hectares. Incentivos para uma produção maior estão se multiplicando. A Apabor lançou em 2005 a campanha de plantio para atingir 250 mil novos hectares em 15 anos. “Com a divulgação e o investimento da iniciativa privada o crescimento foi de 60 mil hectares até 2008”, diz Rossmann, da Apabor. “Hoje devemos ter cerca de 90 mil hectares plantados no estado”, diz. “O governo deveria dar maior atenção à cultura por meio de incentivos e financiamento sem cobrança de juros durante o período que vai do plantio até o sétimo ano, quando começa a coleta do látex”, diz Marcelo Tournillon Ramos, presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Borracha do Ministério da Agricultura e diretor do Instituto Tecnológico da Borracha (Iteb), com sede no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify">Essa tentativa de aumentar a produção nacional é quase uma ironia histórica porque a exploração comercial da borracha partiu do Brasil na forma de extrativismo de plantas existentes na Floresta Amazônica e representou, no final do século XIX, cerca de 40% das exportações brasileiras. A decadência começou na famosa história do suposto roubo de cerca de 70 mil sementes de seringueira levadas para a Inglaterra pelo inglês Henry Wickham em 1876. A ideia era estabelecer plantações em colônias inglesas no Sudeste Asiático. Inicialmente, as sementes foram levadas para o Jardim Botânico de Kew, em Londres. Devido a perda do poder germinativo das sementes, apenas 4% delas germinaram. As que sobraram, cerca de 1.900 mudas, foram levadas para o Jardim Botânico do Ceilão, atual Sri Lanka, então sob o domínio inglês, e algumas foram transferidas para a Malásia. Nos países asiáticos as plantações foram estabelecidas e a produção de borracha cresceu de forma industrial, enquanto no Brasil o extrativismo não conseguia acompanhar a demanda mundial em ascensão. Tentativas foram feitas em plantar seringueira na Amazônia, mas elas não deram certo como na Fordlândia (ver Pesquisa FAPESP n° 158) em razão do mal-das-folhas.</p>
<p style="text-align: justify">Quando as árvores ficam adensadas uma ao lado da outra, o fungo, Microcyclus ulei, é devastador principalmente na região de origem da seringueira. “Em locais que possuem calor e umidade relativa alta, a doença se desenvolve”, diz Gonçalves. No hábitat natural das florestas, as seringueiras nascem separadas por alguns metros e entre elas existem outras árvores que não permitem o fungo prosperar e se fortalecer como nas plantações. Em São Paulo, o fungo que ataca as folhas novas e impede o crescimento da árvore já foi detectado em Ubatuba, em 1961, numa plantação do IAC. Mas nas áreas na região de planalto mais ao norte do estado a baixa umidade é uma barreira contra o fungo. Essa adaptabilidade foi mostrada nas primeiras plantações no estado, em 1917, na Fazenda Santa Sofia, no município de Gavião Peixoto, de propriedade do coronel José Procópio de Araújo Ferraz, amigo do marechal Cândido Rondon, militar e sertanista que liderou a integração da Amazônia por meio do telégrafo, de quem recebeu milhares de sementes. Vinte e sete germinaram e em 1942 o IAC adquiriu sementes dessas árvores para plantio em estações experimentais, em Campinas, Ribeirão Preto e Pindorama.</p>
<p style="text-align: justify">Estudos mais profundos vieram apenas em 1951, ano em que o Brasil passou a importar borracha natural da Malásia, de árvores descendentes das sementes levadas da Amazônia. O instituto trouxe sementes da Libéria, na África, e depois clones da Malásia. Paulo Gonçalves e Francisco Kronka concordam que essa dependência externa de uma planta nativa não é um problema que se deva levar para sempre. A soja, originária da China, tem inimigos poderosos naquele país, assim como o girassol dos Estados Unidos, cujo maior produtor é a Rússia, e o café na Etiópia, onde não é plantado. “Podemos pensar na cana-de-açúcar e na soja que vieram da Ásia e se deram muito bem no Brasil”, diz.</p>
<p style="text-align: justify">A genética da Hevea<br />
Um maior entendimento genético da Hevea brasiliensis deverá se somar a uma nova fase da seringueira no Brasil, com o possível aumento do plantio e a potencial formação de um mercado para a madeira na indústria de móveis. A genética dessa árvore começou a ser desvendada na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), sob a coordenação da professora Anete Pereira de Souza, do Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética. “São vários projetos de auxílio-pesquisa e bolsas financiados pela Fapesp, que vão resultar num genoma funcional da seringueira”, diz Anete. Esse estudo vai localizar genes de interesse para identificar entre os clones de seringueira os mais produtivos e resistentes principalmente ao fungo Microcyclus ulei, principal inimigo das plantações. “Pretendemos obter um mapa com 200 marcadores funcionais associados a genes reponsáveis por características econômicas”, diz Anete. Um dos objetivos é localizar microssatélites, que são pequenas sequências do DNA, que se repetem ao longo do genoma de um organismo, ou alterações pontuais desse DNA (também chamadas de SNPs, do inglês Single Nucleotide Polymorphism), responsáveis, por exemplo, pela tolerância ao frio. Um domínio sobre esse possível conjunto de genes poderia estender a área de plantação da seringueira para estados brasileiros do sul e para outros países com temperaturas mais baixas.</p>
<p style="text-align: justify">A pesquisa será feita com duas populações, chamadas de recombinantes, formadas por três tipos de clones (variedades genéticas) plantados no Brasil. Essas populações de plantas para o mapeamento genético estão sendo preparadas pelo pesquisador Paulo de Souza Gonçalves, do IAC, que estuda clones de seringueira há 39 anos. Ele já registrou, junto com colegas do instituto, 22 variedades ou cultivares, sendo 17 apenas em 2009, muitas tiveram contribuições de um projeto temático financiado pela FAPESP. Grande parte das plantações de seringueira do sudeste brasileiro ainda é formada por um clone malaio introduzido no Brasil em 1952, o RRIM 600, sigla em inglês de Instituto de Pesquisa da Borracha da Malásia. Ele está presente em 80% do cultivo paulista. Gonçalves, que não usa esse clone nas populações recombinantes, acredita que a situação se aproxima de um plantio monoclonal, “o que poderá levar a consequências desastrosas, como epidemias de pragas e doenças comuns em monocultivos, em razão da presença de pouca variabilidade genética nos seringais. Embora ainda estejamos longe de vivenciar tal situação, cabe a nós, especialistas do ramo, alertar os heveicultores dos possíveis riscos de danos”.</p>
<p style="text-align: justify">Gonçalves diz que o Brasil se ressente de um banco de germoplasma de plantas de seringueira que mostre a variedade de plantas encontradas em um ambiente natural. Isso quase aconteceu há alguns anos. No final dos anos de 1970 produtores de borracha da Malásia e de outros centros produtores perceberam a falta de variedades e fizeram um acordo por meio da Comissão Internacional para Pesquisa e Desenvolvimento da Borracha, conhecida pela sigla em inglês IRRDB, que previa o intercâmbio de clones no mundo e coleta de novos exemplares no centro de origem da planta que pudessem resultar em novos cultivares.</p>
<p style="text-align: justify">Banco na Malásia<br />
A expedição de coleta ficou restrita ao Brasil por motivos financeiros do IRRDB, como relata o pesquisador e historiador Warren Dean da Universidade de Nova York, no livro A luta pela borracha no Brasil. O governo brasileiro aceitou desde que beneficiasse o país com uma cópia de tudo que fosse coletado. Pesquisadores brasileiros participaram dessa expedição iniciada em 1981. Entre eles estava Paulo Gonçalves, que fez coletas de plantas e sementes no estado de Rondônia. “Outros colegas estiveram no Acre e em Mato Grosso.”</p>
<p style="text-align: justify">Foram coletadas 64.723 sementes e 1.160 mudas, segundo Dean. Parte desse material foi para a Malásia e outra parte ficou em Manaus. Foram, então, estabelecidos dois bancos de germoplasma de plantas in vivo (existem bancos de germoplasma de sementes acondicionadas em câmaras frias para posterior utilização) em que pesquisadores poderiam avaliar as qualidades agronômicas e produtivas de cada espécime para a produção de novas variedades. O Brasil possui bancos como esses de cana-de-açúcar, café (plantas exóticas porque não são originárias de ambientes naturais brasileiros) e da nativa mandioca. Porém a coleção brasileira de seringueira não deu certo, sucumbiu, principalmente, ao fungo Microcyclus. “Talvez se fossem plantadas em São Paulo, na região onde hoje é o polo seringueiro, as plantas tivessem sobrevivido”, diz Gonçalves. Ele e Kronka, do Instituto Florestal, já viram pessoalmente, há pouco tempo, a coleção que está bem cuidada na Malásia. Gonçalves já ouviu algumas vezes a sugestão vinda de vários pesquisadores e profissionais da área para, num acordo amigável com a Malásia, trazer uma cópia do banco de germoplasma daquele país para ser instalado no Brasil. “Morro de vergonha de ter que repatriar as nossas plantas”, diz refutando a ideia. Mas ele montou um banco de germoplasma no IAC, ainda pequeno e formado basicamente por cultivares plantados no Brasil, que inclui clones produzidos no exterior e nenhum de planta originalmente coletada na Amazônia. É uma coleção que se mostrou útil para a elaboração de novos cultivares e para as populações que servirão ao trabalho genômico de Anete.</p>
<p>Fonte: Pesquisa &#8211; FATESP</p>
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		<title>Programa pretende elevar produção de borracha da Bahia e tornar Estado autossuficiente</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 01:11:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Chagas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Serão investidos R$ 1,6 bi de 2014 a 2040; meta é crescer produção de 17 mil toneladas para 146 mil toneladas ao ano. Na ultima segunda-feira, a Secretaria de Agricultura do Estado da Bahia (Seagri) lançou o Programa de Desenvolvimento<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/programa-pretende-elevar-producao-de-borracha-da-bahia-e-tornar-estado-autossuficiente-2/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/programa-pretende-elevar-producao-de-borracha-da-bahia-e-tornar-estado-autossuficiente-2/">Programa pretende elevar produção de borracha da Bahia e tornar Estado autossuficiente</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Serão investidos R$ 1,6 bi de 2014 a 2040; meta é crescer produção de 17 mil toneladas para 146 mil toneladas ao ano.</p>
<p style="text-align: justify">Na ultima segunda-feira, a Secretaria de Agricultura do Estado da Bahia (Seagri) lançou o Programa de Desenvolvimento do Setor da Borracha Natural (Prodebon), com o apoio técnico da Comissão Executiva do Plano de Lavoura Cacaueira (Ceplac) e parceira da cadeia produtiva da borracha. O objetivo é que o Estado atinja a autossuficiência em borracha natural com o aumento da produção e melhoria da qualidade.</p>
<p style="text-align: justify">A Bahia é hoje o terceiro produtor brasileiro de borracha natural, com terceira maior área plantada de seringueira do país. Com o desenvolvimento do programa, pretende-se elevar a produção de 17 mil toneladas de borracha seca em 2011 para 146 mil toneladas em 2040. Além disso, o programa visa aumentar também a renda da produção de borracha, no setor primário, subindo dos atuais R$ 101,8 milhões para R$ 863,2 por volta de 2040, quando todas as áreas estiverem com a produção estabilizada.Nas agroindústrias espera-se a evolução de R$ 138,3 milhões por ano para 1,17 bilhão no mesmo período.</p>
<p style="text-align: justify">Para isso, serão implantados 100 mil hectares de seringueira em sistemas agroflorestais entre 2013 e 2031, contando com um investimento de R$ 1,6 bilhão durante o período. Do total dos recursos, R$ 250 milhões estão sendo destinados ao plantio de 25 mil hectares de seringueira em substituição a eritrina na modernização de plantios e cacau. Outros R$ 1,35 bilhão serão para o plantio simultâneo de 75 mil hectares de sistemas agroflorestais com seringueira, cacau e outros cultivos.</p>
<p style="text-align: justify">O programa prevê beneficiar 18 mil agricultores familiares e 3 mil propriedades rurais, distribuídas em sete Territórios de Identidade: Agreste Alagoinhas/Litoral Norte, Baixo Sul, Extremo Sul, Litoral Sul, Médio Rio das Contas, Recôncavo e Vale do Jiquiriçá. Também serão beneficiados os médios e grandes agricultores organizados em associações e cooperativas e produtores individuais interessados em investir na heveicultura.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Fonte: GLOBO RURAL ON-LINE</p>
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		<title>Área com floresta plantada cresce no Acre</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Feb 2013 20:40:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Chagas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Com um investimento de mais R$ 4,5 milhões, o governo do Estado dá  continuidade ao Programa Floresta Plantada que incentiva a criação de seringais de cultivo e de plantio de açaí. Em Assis Brasil a distribuição de mudas de seringueira segue<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/area-com-floresta-plantada-cresce-no-acre/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/area-com-floresta-plantada-cresce-no-acre/">Área com floresta plantada cresce no Acre</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Com um investimento de mais R$ 4,5 milhões, o governo do Estado dá  continuidade ao Programa Floresta Plantada que incentiva a criação de seringais de cultivo e de plantio de açaí. Em Assis Brasil a distribuição de mudas de seringueira segue um cronograma definido para este ano, e tem como meta chegar a 100 hectares plantados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="http://www.agencia.ac.gov.br/images/stories/2013/Fevereiro_/thumbnails/thumbnails/Produtor_Ant.jpg" alt="" /></p>
<p><span style="font-size: 12px;line-height: 18px">Produtor Antônio Chagas,do Projeto de Assentamento Paraguaçu, em Assis Brasil, é um dos contemplados</span><br />
<span style="font-size: 12px;line-height: 18px">pelo programa (Foto:Terezinha Moreira/Seaprof)</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 13px;line-height: 19px;text-align: justify">Com apoio do governo do Estado, por meio da Secretaria de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof), os produtores estão enxergando a atividade como uma forma de ganhar dinheiro, melhorando o meio ambiente. O Programa Floresta Plantada incentiva produtores com apoio através da mecanização de áreas degradadas, doação de mudas de seringueiras, acesso ao crédito e assistência técnica.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 13px;line-height: 19px">O produtor Antônio Chagas, do Projeto de Assentamento Paraguaçu, em Assis Brasil, é um dos contemplados pelo programa. Chagas pretende plantar inicialmente um hectare de seringueiras. Toda a área do assentado é de pasto e a recuperação vem acontecendo com o apoio da assistência técnica da Seaprof.</span></p>
<div><img style="font-size: 13px;line-height: 19px" src="http://www.agencia.ac.gov.br/images/stories/2013/Fevereiro_/thumbnails/thumbnails/Com_apoio_do.jpg" alt="" /></div>
<p><span style="font-size: 12px;line-height: 18px">Com apoio do governo do Estado, por meio da Seaprof, os produtores estão enxergando</span><br />
<span style="font-size: 12px;line-height: 18px">a atividade como uma forma de ganhar dinheiro, melhorando o meio ambiente</span><br />
<span style="font-size: 12px;line-height: 18px">(Foto: Terezinha Moreira/Seaprof)</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 13px;line-height: 19px;text-align: justify">“Já alcançamos mais de 1.800 hectares de área plantada de seringais de cultivo. O plantio de florestas comerciais garante renda extra para o produtor, com balanço positivo na recuperação de áreas degradadas“, explica o secretário da Seaprof, Lourival Marques Filho.</span></p>
<div>
<div>
<p style="text-align: justify">Em Brasileia, Xapuri, Capixaba, Epitaciolândia, Assis Brasil, Sena Madureira e Manuel Urbano estão sendo implantados os seringais de cultivo numa área de até cinco hectares, e a seringueira é  plantada de forma a consorciar com as culturas secundárias, que vão garantir recursos para o produtor rural até que a seringueira comece a produzir.</p>
<div style="text-align: justify"></div>
<p><em>Fonte: Agência de Notícias do Acre</em></div>
</div>
<div></div>
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		<title>Seringueira, apogeu e declínio de uma era</title>
		<link>http://www.seringueira.com/seringueira-apogeu-e-declinio-de-uma-era/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 19:16:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Chagas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Epopéia da borracha brasileira desde os aborígenes até os nossos dias, passando pelo período áureo (1870-1011), contrabando das sementes da Hevea brasiliensis para Indonésia, “Soldados da Borracha”, projeto Ford na região do Tapajós e pela atualidade do produto na Amazônia<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/seringueira-apogeu-e-declinio-de-uma-era/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/seringueira-apogeu-e-declinio-de-uma-era/">Seringueira, apogeu e declínio de uma era</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Epopéia da borracha brasileira desde os aborígenes até os nossos dias, passando pelo período áureo (1870-1011), contrabando das sementes da Hevea brasiliensis para Indonésia, “Soldados da Borracha”, projeto Ford na região do Tapajós e pela atualidade do produto na Amazônia e no Mundo</p>
<p style="text-align: justify">O Brasil muito deve a sua rica flora, inclusive a origem de seu nome, o Pau Brasil. O cafeeiro, arbusto da família Rubiaceae e do gênero Coffea, originário da Etiópia, teve também grande importância econômica no país, mas foi uma árvore genuinamente brasileira que marcou época e fez história – a seringueira (Hevea brasiliensis). Dessa espécie da família Euphorbiaceae extrai-se o látex para produzir borracha natural e que teve um enredo semelhante à corrida do ouro norte-americana e sustentou um dos mais importantes ciclos de desenvolvimento do Brasil (1870-1920).</p>
<p style="text-align: justify">A borracha natural da Amazônia foi o principal produto nacional e o sustentáculo da economia brasileira durante 50 anos, responsável por 25% da exportação do Brasil, quando o Acre chegou a ser o terceiro maior contribuinte tributário da União. Graças a ela foi possível povoar e trazer progresso para a Amazônia, “período áureo” que findou em 1910, quando entrou no mercado as exportações do produto das colônias britânicas, cujas sementes foram contrabandeadas pelos britânicos, em 1876, plantadas mais tarde em suas colônias na Ásia (Malásia, Ceilão e Cingapura).</p>
<p style="text-align: justify">A seringueira é também chamada de seringa, seringa-verdadeira, cauchu, árvore-da-borracha, seringueira-preta (no Acre) e seringueira-branca. Existem na floresta amazônica pelo menos 11 espécies de seringueiras, todas do mesmo gênero. Possuem folhas compostas, flores pequeninas e reunidas em amplas panículas, com fruto em uma grande cápsula. Sua madeira é branca, leve e de baixa durabilidade natural, podendo ser empregada para tabuado, forros e caixotaria. Mas seu maior valor reside no látex, extraído do seu tronco e transformado em borracha de excelente qualidade, pois além de revolucionar a história da indústria automobilística com a fabricação de pneus de borracha, o látex possui mais de 33 mil utilizações diferentes, inclusive propriedades curativas, que é a grande novidade do momento. As amêndoas (sementes) fornecem óleo secativo muito usado na indústria de tintas e vernizes.</p>
<p style="text-align: justify">A Hevea brasiliensis é uma árvore originária da bacia hidrográfica do rio Amazonas, onde existia em abundância e com exclusividade, características que geraram o extrativismo e o ciclo da borracha, período da história brasileira de muita riqueza e pujança para a região amazônica, até que grandes hortos fossem plantados para fins de exploração em outros países. A espécie também foi introduzida na Bahia por volta de 1906, o que mostra grande adaptabilidade aos mais variados ambientes.</p>
<p style="text-align: justify">No Brasil, atualmente, além da área tradicional da região amazônica, a heveicultura tem abrangência em outros estados, sendo também cultivada em Góias, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Maranhão, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. No Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba estão concentradas as maiores plantações do Estado de Minas Gerais, alcançando boa produtividade. Do ponto de vista social, a heveicultura é muito importante, principalmente na fixação do homem ao campo, pois produz o ano todo.</p>
<p style="text-align: justify">Alternativas – Após o segundo surto da borracha durante a segunda guerra mundial, os ditos “Soldados da Borracha” nunca conseguiram voltar para a terra deles, porque jamais foram pagos pelos seringalistas e nem o governo cumpriu suas promessas de os tratar com os mesmos direitos dos ex-combatentes. Pressionados pela desvalorização da borracha, os seringueiros ficaram entregues à própria sorte. Muitos se aventuraram ao êxodo rural, engrossando a multidão de miseráveis das periferias das cidades. Outros sobrevivem até hoje cultivando a terra, caçando e vendendo borracha por um preço muito baixo.</p>
<p style="text-align: justify">A partir de 1970 aconteceu o pior: chegaram os fazendeiros na Amazônia, expulsando os seringueiros, derrubando a floresta e assim iniciando os conflitos de terra. Sob esta ameaça, os seringueiros começaram a se unir em cooperativas e sindicatos, surgindo grandes lideranças como Chico Mendes, assassinado em 1988. Nesses conflitos, os seringueiros se mostraram como guardiões da floresta e, hoje, a convivência deles com a mata serve de exemplo, mostrando que o homem pode viver da natureza sem destruí-la.</p>
<p style="text-align: justify">Para incentivar a permanência dos seringueiros na floresta era necessário encontrar formas de beneficiamento do látex mais rentáveis, surgindo o couro vegetal como uma alternativa. Os seringueiros desde o inicio aproveitaram o látex para confeccionar artigos para uso próprio como a bolsa “capanga”, sapatos de seringa e o saco encauchado, um tecido de algodão banhado em látex, defumado e vulcanizado em estufas especiais.</p>
<p style="text-align: justify">Em 1978, Wilson Manzoni, artesão paulista, chegou a Rio Branco do Acre, onde conheceu o “padrinho” Sebastião Mota de Melo, seringueiro e líder comunitário, com quem conviveu e aprendeu os mistérios da seringa. Wilson foi pioneiro na comercialização do artesanato feito de seringa como o sapato vulcanizado, valorizando e levando o produto para a cidade, abrindo mercado nas lojas de artesanato como souvenir.</p>
<p style="text-align: justify">Influenciado pela mobilização provocada pela morte de Chico Mendes foi criada a primeira loja no Brasil especializada em produtos ecológicos, a EcoMercado, no Rio de Janeiro, onde foi apresentado um saco encauchado, um tecido impermeável tradicionalmente usado pelos seringueiros como embalagem para transporte de látex e bagagens pessoais. Em maio de 1992 foram lançadas as primeiras peças confeccionadas com esse tecido emborrachado. Os anos seguintes foram, principalmente, dedicados à pesquisa e ao desenvolvimento da tecnologia de produção. Em 1994 foi criado um processo exclusivo de vulcanização da borracha, adaptado à realidade dos seringais nativos.</p>
<p style="text-align: justify">Desde 1991, a produção do Treetap® é uma alternativa econômica para populações seringueiras, contribuindo para a valorização de suas culturas tradicionais e para preservação e uso sustentável da biodiversidade de terras indígenas e reservas extrativistas. Na Floresta do Tapajós, município de Belterra, a comunidade Maguari está envolvida na produção de artefatos de couro vegetal, possuindo grandes variedades do produto. A comercialização é feita pelos próprios produtores, apoiados por organizações não governamentais.</p>
<p style="text-align: justify">Até uns 15 anos atrás, o couro vegetal era conhecido como um mero subproduto da borracha, que em fins do século XIX e primeira metade do XX, tivera serventias restritas às necessidades dos seringueiros. Hoje, o couro vegetal é visto de outra forma, incorporado à economia do mundo da moda como matéria-prima para confecção de modernas roupas, bolsas, bonés, sapatos, capas de agendas e acessórios diversos.</p>
<p style="text-align: justify">Londres, Nova York, Rio de Janeiro e São Paulo são megacidades onde produtos feitos de couro vegetal vestem e adornam pessoas da alta à baixa sociedade, conquistando um espaço em processo de expansão, não só pela boa aceitação, como pela sua grande dimensão social e ecológica e pelo manejo sustentado da floresta.</p>
<p style="text-align: justify">Breve história – Não se pode falar da seringueira, objeto da matéria, sem mencionar a borracha, seu famoso subproduto. Os índios já a conheciam bem antes do descobrimento da América, conforme relatos da época. Em 1525, D’Anghieria relatou ter visto os índios mexicanos jogarem com bolas elásticas e Charles de La Condamine foi o primeiro a fazer estudos científicos sobre ela, espécie que conhecera durante viagem ao Peru, em 1735, como “um óleo resinoso condensado”.</p>
<p style="text-align: justify">O primeiro emprego industrial da borracha foi como apagador, o que denominou o nome do produto da seringueira e o difundiu como india rubber, por Magellan, que significa “raspador da Índia”. A palavra borracha foi utilizada nas primeiras aplicações úteis deste produto, dada pelos portugueses, quando foi utilizada para a fabricação de botijas, em substituição às chamadas borrachas de couro que os portugueses usavam no transporte de vinhos.</p>
<p style="text-align: justify">Pierre-Joseph Macquer, químico Frances e membro da Real Academia Sueca de Ciências, retomando os trabalhos de La Condamine, pela primeira vez indicou o modo de fabricação de tubos flexíveis de borracha. Desde então numerosos artesãos se interessaram pela borracha: o ourives Bernard, o boticário Winch, Grossart, Landolles, e outros. Em 1820 um industrial inglês, Nadier, fabricou fios de borracha e procurou utilizá-los em acessórios de vestuário. Por essa época começou a reinar na América a febre da borracha: os calçados impermeáveis dos índios faziam sucesso.</p>
<p style="text-align: justify">Após tentar desenvolver, por longo tempo, um processo para o melhoramento das qualidades da borracha e ser levado à ruína, Goodyear descobriu acidentalmente, em 1840, a vulcanização. Um fato curioso: em 1815, l Hancock, modesto serralheiro, tornou-se um dos maiores fabricantes do Reino Unido. Ele havia inventado um colchão de borracha e, associado a Mac Intosh, fabricava as famosas capas impermeáveis “Mac Intosh”. Além disso, havia descoberto e realizavaindustrialmente o corte, a laminação e a prensagem do produto, pois tinha verificado a importância do calor na prensagem e construído uma máquina para este fim.</p>
<p style="text-align: justify">Em 1845, R.W. Thomson inventou o pneumático, a câmara de ar e até a banda de rodagem ferrada. Cinco anos depois fabricavam-se brinquedos de borracha, bolas ocas e maciças (para golfe e tênis). A invenção do velocípede por Michaux, em 1869, conduziu à invenção da borracha maciça, depois da borracha oca e, por último, à reinvenção do pneu, pois a invenção de Thomson havia caído no esquecimento.</p>
<p style="text-align: justify">Finalmente, Bouchardt realizou a polimerização do isopreno, entre 1879 e 1882, obtendo produtos com propriedades semelhantes à borracha. O primeiro pneumático para bicicleta data de 1830 e, em 1895, Michelin teve a ideia audaciosa de adaptar o pneu ao automóvel. Desde então a borracha passou a ocupar um lugar preponderante no mercado mundial, como a importante matéria-prima da civilização moderna, despertando a curiosidade dos químicos para conhecer sua composição e sua síntese.<br />
Desde o século XIX vêm sendo feitos trabalhos com esse objetivo, logo se esclarecendo que a borracha é um polímero do isopreno. Os russos e os alemães foram os pioneiros nos trabalhos de síntese da borracha, mas os produtos obtidos não suportaram a concorrência da borracha natural. Somente com a Primeira Guerra Mundial a Alemanha, premida pelas circunstâncias, teve de desenvolver a industrialização de seu produto sintético. Foi o marco inicial do grande desenvolvimento da indústria de borrachas sintéticas, ou elastômeros, no mundo.</p>
<p style="text-align: justify">Epopéia amazônica – Segundo Eduardo de Araújo Carneiro, licenciado em História pela UFAC e especialista em Lingüística e Literatura da Amazônia, “devido suas múltiplas aplicações, principalmente na indústria automobilística em expansão, a borracha obtida a partir do látex das seringueiras, tornou-se produto mundialmente valorizado. Seringueiras não faltavam na Amazônia brasileira e isto levou a região Norte do Brasil, uma das mais pobres e desabitadas do país, a experimentar período de grande prosperidade.</p>
<p style="text-align: justify">Interessadas na exploração dos seringais da região, grandes empresas e bancos estrangeiros instalam-se nas cidades de Belém e Manaus. A capital amazonense torna-se o centro econômico do país. Ganha sistemas de abastecimento d’água, luz elétrica, telefone, grandes construções, como o Teatro Amazonas, até hoje símbolo da riqueza advinda da borracha. Milhares de imigrantes, principalmente nordestinos fugidos da seca da década de 1870, invadem a floresta para recolher o látex e transformá-lo em borracha.</p>
<p style="text-align: justify">A produção amazônica chega a 42 mil toneladas anuais e o Brasil domina o mercado mundial de borracha natural. Esse clima de euforia dura até 1910, quando a situação começa a mudar: a partir daquele ano entram no mercado as exportações de borracha a partir das colônias britânicas e o Brasil não suporta a feroz concorrência que lhe é imposta. Em 1876, os ingleses haviam contrabandeado sementes de hevea brasiliensis da Amazônia para o Jardim Botânico de Londres. Lá, por meio de enxertos, desenvolvem variedades mais resistentes, que posteriormente são enviadas para suas colônias na Ásia &#8211; Malásia, Ceilão e Cingapura &#8211; onde tem início uma exploração intensiva da borracha natural.</p>
<p style="text-align: justify">A diferença técnica de plantio e extração do látex no Brasil e na Ásia foi determinante para os resultados da exploração como negócio. No Brasil, o governo resistia a mudar os métodos. Acreditava que a exploração da maneira que era feita assegurava a presença de brasileiros e garantia a soberania nacional sobre a despovoada região amazônica. Privilegiava-se a geopolítica, representada pela ocupação, em detrimento da geoeconomia que poderia render melhores frutos.</p>
<p style="text-align: justify">A relativa imobilidade custou caro para o país: as exportações brasileiras perderam mercado. Não suportaram a concorrência da borracha extraída na Ásia, muito mais barata. Como consequência, a produção entrou em declínio. Chegava ao fim o período de prosperidade vivido pela extensa região Norte do Brasil. As empresas que haviam se instalado em Manaus e Belém saíram em busca de outras regiões mais produtivas. Os imigrantes voltaram para suas terras. Os grandes nomes das artes mundiais já não se apresentavam no Teatro Amazonas. A opulência cristalizara-se em História.<br />
No final dos anos 20, o Brasil ainda tentaria uma reação com a ajuda de um parceiro inusitado: o industrial norte-americano Henry Ford, idealizador de uma nova forma de produzir que marcaria a indústria para sempre &#8211; a linha de montagem &#8211; e responsável, na época, por 50% da produção mundial de veículos. Com a intenção de acabar com o controle do mercado de borracha &#8211; a preciosa matéria-prima dos pneus &#8211; pelas colônias inglesas do Sudeste Asiático, Ford plantou nada menos que 70 milhões de mudas de seringueira numa área de um milhão de hectares em Belterra e Fordlândia, no Estado do Pará.</p>
<p style="text-align: justify">O ambicioso projeto foi logo batizado pelos moradores da região como Fordlândia. O norte-americano pretendia produzir 300 mil toneladas anuais de borracha natural, quantidade que representava a metade do consumo mundial. Mas sucumbiu às adversidades e ao ambiente hostil da floresta amazônica. Abandonou tudo, amargando enorme prejuízo.</p>
<p style="text-align: justify">Neste contexto a Ásia dominou o suprimento mundial de borracha natural, com mais de 90% da produção. Mudanças importantes, no entanto, têm redistribuído a produção entre os principais concorrentes. A Malásia, que em 1985 respondia por 1/3 da produção mundial, reduziu sua participação. Isso decorreu da mudança no seu perfil de produção, que passou a dar ênfase em investimentos não-agrícolas. A Tailândia ocupou o lugar de maior produtor mundial. A Indonésia &#8211; com vantagens de área e de mão-de-obra disponíveis &#8211; tem mantido participação relevante na produção mundial desde a década de 80.<br />
Outros países que vêm se valendo, com sucesso, do potencial de mão-de-obra barata e disponibilidade de terras para crescimento nesse setor são a Índia e a China. O consumo de borracha natural representou, em 2001, apenas cerca de 40% do total da borracha consumida no mundo”.</p>
<p style="text-align: justify">Soldados da Borracha – Com a eclosão da II Grande Guerra, os japoneses cortaram o fornecimento de borracha para os Estados Unidos, o que fez milhares de brasileiros do Nordeste serem novamente enviados para os seringais amazônicos, em nome da luta contra o nazi-fascismo, a obscura e sem gloria “Batalha da Borracha”, que ainda vive na memória de seus últimos e abandonados sobreviventes. Uma história de imensos sacrifícios para milhares de trabalhadores que foram para a Amazônia no afã de trabalhar e sobreviver, 30 mil dos quais desapareceram na selva amazônica. Eram os primeiros “soldados da borracha”, simples retirantes que superlotavam com suas famílias todo o Nordeste, fugindo de uma seca interminável que os reduzia à miséria.</p>
<p style="text-align: justify">Na verdade, os malsinados “soldados da borracha” foi a segunda grande leva de nordestinos que chegaram a Amazônia para produzir borracha natural. A primeira (1870-1920) trouxe cerca de 100 mil pessoas, em grande maioria nordestinos retirantes das grandes secas da década de 1870, com sua mão-de-obra barata para extrair o látex da seringueira e enriquecer agenciadores, coronéis donos das terras, regatões, arrendatários dos seringais, transportadores do produto e empresas exportadoras, sina semelhante de seus sucessores da década de 40.</p>
<p>Fonte: <strong>Apolonildo Britto*</strong></p>
<p>(Matéria publicada na revista Amazon View)</p>
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		<title>Pesquisadores lutam pelo cultivo da seringueira em larga escala</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Feb 2013 23:56:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Chagas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>As seringueiras são nativas da floresta amazônica, assim como o fungo que pode matá-las quando elas são plantadas uma ao lado da outra. A doença é conhecida como mal das folhas e é causada pelo fungo “Microcylus ulei”. Ele produz<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/pesquisadores-lutam-pelo-cultivo-da-seringueira-em-larga-escala-3/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/pesquisadores-lutam-pelo-cultivo-da-seringueira-em-larga-escala-3/">Pesquisadores lutam pelo cultivo da seringueira em larga escala</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As seringueiras são nativas da floresta amazônica, assim como o fungo que pode matá-las quando elas são plantadas uma ao lado da outra.</p>
<p style="text-align: justify">A doença é conhecida como mal das folhas e é causada pelo fungo “Microcylus ulei”. Ele produz um esporo, como se fosse uma semente. Levado pelo vento, esse esporo cai em folhas com 10, 12 dias de vida e quando germina, causa uma lesão na folha, que cai sucessivamente, podendo levar a árvore a morrer por inanição.</p>
<p style="text-align: justify">O magnata americano Henry Ford não sabia disso e aprendeu da pior maneira. Na década de 20, ele conseguiu uma concessão de terras no Pará. As seringueiras plantadas iriam produzir borracha suficiente para fabricar 50 milhões de pneus por ano, mas em pouco tempo, as árvores foram atacadas pelo fungo e morreram uma a uma. Com a plantação dizimada, as casas e fábricas do vilarejo de Fordlândia, no município de Aveiro, foram abandonadas.</p>
<p>De lá para cá, varias décadas se passaram, mas ainda hoje fazer plantio direto de seringueira a partir de sementes da Amazônia é um risco alto. Por isso, laboratórios como o da Embrapa do Acre investem em pesquisas para tentar achar caminhos mais seguros para o cultivo da borracha.</p>
<p style="text-align: justify">A fazenda do produtor Paulo Sérgio Peres, que fica em Bajuri, no Acre, virou um grande campo experimental com seringueiras clonadas vindas da Bahia e enxertadas com árvores nativas da Amazônia.</p>
<p style="text-align: justify">Mais de 2,6 mil mudas de clones de seringueira foram plantadas. A espécie que deixou a região há mais de um século voltou com melhoramentos genéticos. São árvores bicompostas com seringueira nativa e um clone mais produtivo e resistente.</p>
<p style="text-align: justify">O engenheiro florestal Rivadalve Gonçalves, da Embrapa no Acre, é o chefe da pesquisa. Ele analisa o crescimento, mede altura e diâmetro, verifica a incidência do mal da folha e gravidade da doença, além do índice de sobrevivência das árvores.</p>
<p style="text-align: justify"><em>Fonte: Globo Rural</em></p>
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		<title>Produtor mineiro de abacaxi investe em seringueira como alternativa de renda</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Feb 2013 17:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Chagas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Joab Rodrigues espera utilizar melhor o espaço de sua propriedade e ter mais uma opção de renda com a venda de borracha O produtor Joab Rodrigues, do município de Frutal, no Triângulo Mineiro, decidiu investir no plantio de seringueira consorciado<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/produtor-mineiro-de-abacaxi-investe-em-seringueira-como-alternativa-de-renda/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/produtor-mineiro-de-abacaxi-investe-em-seringueira-como-alternativa-de-renda/">Produtor mineiro de abacaxi investe em seringueira como alternativa de renda</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Joab Rodrigues espera utilizar melhor o espaço de sua propriedade e ter mais uma opção de renda com a venda de borracha</em></p>
<p style="text-align: justify">O produtor Joab Rodrigues, do município de Frutal, no Triângulo Mineiro, decidiu investir no plantio de seringueira consorciado com a lavoura de abacaxi. Com a integração das culturas, o produtor espera utilizar melhor o espaço de sua propriedade e ter mais uma opção de renda com a venda de borracha. A plantação de abacaxi de Joab Rodrigues tem seis hectares. Ele chega a produzir cerca de 2 mil frutas por safra. Além disso, Rodrigues trabalha com pecuária leiteira. Na propriedade dele são produzidos 200 litros/dia. Preocupado com os altos e baixos do mercado, o produtor decidiu diversificar a sua propriedade e optou pelo plantio de seringueira.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignnone" src="http://www.agrolink.com.br/upload/200x150/seringueiralatex-200.gif" alt="" width="200" height="150" /></p>
<p style="text-align: justify">Há dois anos, Joab fez o plantio das árvores de seringueira em consórcio com a lavoura de abacaxi. Em média, as seringueiras se tornam produtivas a partir do sétimo ano. O produtor espera produzir cerca de 3 mil quilos de borracha por mês. A produção será comercializada com empresas de São Paulo. “A demanda por borracha aqui na região é grande. Eu acredito que terei um bom retorno financeiro”, afirma Rodrigues.</p>
<p style="text-align: justify">Joab já iniciou a colheita do abacaxi. Com isso, ele está aproveitando a área para o plantio de capim, que servirá de pasto para o rebanho dele. “A ideia é reduzir gastos com alimentação para o gado”, conta o produtor. Ele recebe orientações do escritório local da Emater-MG. Segundo o extensionista da empresa, Joel Couto Ferreira, a região é propícia para o plantio de seringueira. Além disso, segundo ele, é viável também o plantio consorciado entre as seringueiras, a lavoura de abacaxi e o capim. “Dessa forma o produtor utiliza melhor o espaço, diversifica a produção de sua propriedade, reduz gastos e obtém maior lucratividade”, diz o Joel Couto.</p>
<p style="text-align: justify">O extensionista lembra que o plantio consorciado é uma prática estimulada pelo Governo estadual. Desde 2008 é desenvolvido, em Minas Gerais, o Programa de Integração Lavoura, Pecuária e Floresta (ILPF). A iniciativa é da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa) e executada por meio da Emater-MG. O sistema ILPF permite o desenvolvimento da pecuária, lavoura e produção de madeira de eucalipto numa mesma área. Além de diminuir custos com a pecuária leiteira, evitar danos ao solo e à pastagem, o sistema possibilita renda extra para o produtor com a venda de madeira.</p>
<div style="text-align: justify"><em> Fonte: Agrolink</em></div>
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		<title>Cultura de seringueiras para extração de borracha conquista produtores</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2013 23:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Chagas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A cultura de seringueiras para extração de borracha está em expansão no país, impulsionada pela alta da demanda da indústria de pneumáticos – nos últimos anos, a indústria automobilística cresceu cerca de 30% -, segundo dados do Ministério da Agricultura,<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/cultura-de-seringueiras-para-extracao-de-borracha-conquista-produtores/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/cultura-de-seringueiras-para-extracao-de-borracha-conquista-produtores/">Cultura de seringueiras para extração de borracha conquista produtores</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">A cultura de seringueiras para extração de borracha está em expansão no país, impulsionada pela alta da demanda da indústria de pneumáticos – nos últimos anos, a indústria automobilística cresceu cerca de 30% -, segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Atualmente, o Brasil consome 320 mil toneladas de borracha por ano, mas produz 130 mil toneladas e o restante precisa ser importado. A estimativa do Mapa é de que, em 2030, a demanda nacional pelo produto alcance 1 milhão de toneladas.</p>
<p style="text-align: justify">Minas Gerais é um dos maiores produtores de borracha do país, com extração de 4,5 mil toneladas anuais em 3 mil hectares plantados. A região do Triângulo Mineiro se destaca com a maior produção do Estado, segundo dados da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, com 77% do volume de borracha de Minas Gerais, o que representa 3,4 mil toneladas por ano.</p>
<div style="text-align: justify"> A Fazenda União, no município de Indianópolis, distante 65 km de Uberlândia, possui uma área de 50 hectares de seringueiras plantadas há 28 anos e há 21 anos em produção de borracha. São cerca de 250 toneladas do produto extraídas por ano das 20 mil árvores da propriedade em produção. Em 2012, a venda da colheita da fazenda para uma usina de borracha em Colina (SP), onde o produto é processado, rendeu R$ 750 mil. “O seringal é um bom negócio. Todo ano plantamos mais algumas mudas para aumentarmos a produção”, disse o gerente da fazenda, Idevan Vaz Resende. Ele ainda afirmou que 35% do ganho são divididos entre os dez seringueiros da fazenda, 15% são para cobrir os custos de manejo da plantação e os outros 50% são lucro dos proprietários.</div>
<div>
<h3>Produtor recebe incentivo do filho</h3>
<div style="text-align: justify"> A rentabilidade da produção de borracha atrai novos investidores na região. É o caso do produtor Roberto de Mello Pinto, que tem uma área de 70 hectares com 38 mil seringueiras plantadas há quatro anos no município de Indianópolis. Ele foi incentivado a entrar no negócio pelo filho, que trabalha no setor de pneumáticos.</div>
<div style="text-align: justify">A plantação de Roberto deve começar a produzir borracha em 2015 e, de acordo com a estimativa do produtor, em três anos de produção será possível cobrir os gastos dos seis primeiros anos em que não houve sangria das árvores.</div>
</div>
<div></div>
<div style="text-align: justify">“O problema da seringueira é o tempo de espera de seis anos para começar a produzir, mas quando entrar em produção vai ser uma poupança muito interessante, principalmente, para deixar para a esposa, os filhos e os netos”, afirmou Pinto.</div>
<div>
<h3>Cultura é mais rentável que as de milho e soja</h3>
<p style="text-align: justify">Cultivar seringueiras para a extração da borracha é um negócio altamente rentável. Apesar de começar a produzir após seis ou sete anos de plantada a seringueira, o custo-benefício da cultura é melhor do que de o outros plantios, como milho, soja, café e cana-de-açúcar.</p>
<div style="text-align: justify"> O gasto somado dos seis primeiros anos de vida da seringueira é de R$ 14 mil por hectare, valor que pode ser recuperado durante os três primeiros anos de produção. Além disso, a extração da borracha é feita quase que o ano todo. Apenas no período de julho a setembro, a retirada do produto é interrompida para o repouso da planta durante a queda de folhas. A árvore suporta sangria por 50 a 60 anos e depois de terminada a vida útil da planta, a madeira ainda pode ser vendida para o setor moveleiro.</div>
<div>
<h3>Borracha rende 114% de lucro mais que o café</h3>
<p style="text-align: justify">Se comparada ao café, por exemplo, a cultura de seringueiras é 114% mais rentável. Enquanto o lucro do café é de cerca de R$ 3,5 mil por hectare a cada ano, a borracha alcança R$ 7,5 mil por hectare de lucro anual.Isso acontece porque das cerca de 40 sacas de café colhidas por hectare no ano, 30 são para cobrir os custos da produção e colheita, restando dez sacas de lucro a um valor médio de R$ 350 por saca, que resulta em R$ 3,5 mil de lucro para o produtor.</p>
<div>
<p style="text-align: justify">Na produção da borracha, de cerca de cinco toneladas por hectare a cada ano por um valor médio de R$ 3 o quilo são abatidos 35% pertencentes aos seringueiros e 15% do custo de produção. O resultado é um lucro de cerca de R$ 7,5 mil para o proprietário.</p>
<div></div>
</div>
<div> <em><strong>Fonte: Correio de Uberlândia</strong></em></div>
<div><em><strong> Repórter Daniela Nogueira</strong></em></div>
<div></div>
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<div></div>
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<div></div>
<div></div>
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		<title>Seringueira poderá ser ótima opção de investimento</title>
		<link>http://www.seringueira.com/seringueira-podera-ser-otima-opcao-de-investimento/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2013 23:33:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Chagas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A cultura da seringueira é uma excelente fonte de renda e, a exemplo do que já ocorre em outros assentamentos no Estado, os agricultores familiares do Assentamento Itamarati, em Ponta Porã, também poderão passar a agregar valores à sua produção,<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/seringueira-podera-ser-otima-opcao-de-investimento/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/seringueira-podera-ser-otima-opcao-de-investimento/">Seringueira poderá ser ótima opção de investimento</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">A cultura da seringueira é uma excelente fonte de renda e, a exemplo do que já ocorre em outros assentamentos no Estado, os agricultores familiares do Assentamento Itamarati, em Ponta Porã, também poderão passar a agregar valores à sua produção, com o cultivo da árvore.</p>
<p style="text-align: justify">A Seringueira (hevea brasiliensis) é uma planta nativa do amazonas, produtora da borracha natural (látex). O Brasil produz apenas 30% da borracha natural que consome, e importa 70%.</p>
<div style="text-align: justify">Com o aumento do consumo dos pneumáticos pela indústria automobilística, torna a borracha natural um produto muito competitivo no mercado. São Paulo é o estado que mais produz borracha no País, 53%.</p>
<p><span style="font-size: 13px;line-height: 19px">A seringueira é uma cultura que reúne importantes aspectos como: bom rendimento ao produtor. Atualmente 1 hectare de seringueiras gera renda de R$13.500 por ano. Também podendo explorar o sequestro de carbono. A seringueira inicia a produção aos 6 anos de idade, com vida útil de até 40 anos de exploração.</span></div>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-size: 13px;line-height: 19px">A cultura da seringueira se limita ao Brasil e sudeste asiático devido ao clima. Os EUA, a Europa, Argentina, Canadá, etc., não produzem a cultura devido ao clima, e são grandes consumidores. A China, consome 42% da borracha que o mundo inteiro produz e ela só produz 6%,e não tem mais áreas pra plantar seringueiras.</p>
<p></span><span style="font-size: 13px;line-height: 19px">A borracha é uma commodity agrícola, e tem seu preço atrelado ao do petróleo. Com ótimas perspectivas futuras. No Mato Grosso do Sul, já tem a cultura plantada em Campo Grande, Sidrolândia e Maracaju.</span></div>
<div></div>
<div></div>
<div><em><strong><span style="color: #496068;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size: 12px;line-height: normal">Fonte: </span></strong></em><strong><em>Mercosul News</em></strong></div>
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		<title>Clones de seringueira</title>
		<link>http://www.seringueira.com/clones-de-seringueira/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 18:54:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Chagas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Um clone se constitui de um grupo de plantas obtidas através da propagação vegetativa de uma planta matriz. Todas as árvores de um clone possuem a mesma constituição genética, responsável pela uniformidade existente entre elas. Através do programa de melhoramento<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/clones-de-seringueira/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/clones-de-seringueira/">Clones de seringueira</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Um clone se constitui de um grupo de plantas obtidas através da propagação vegetativa de uma planta matriz. Todas as árvores de um clone possuem a mesma constituição genética, responsável pela uniformidade existente entre elas. Através do programa de melhoramento genético da seringueira, em andamento pelo Instituto Agronômico, até agora foram obtidos centenas de clones que, em conjunto com clones asiáticos e de grande potencial de produção, encontram-se em fase de avaliação, com vistas à recomendação tanto para o Litoral como para o Planalto Paulista.</p>
<p style="text-align: justify">O fator que normalmente influencia a produtividade de um seringal é o material a ser plantado. É importante a escolha de clones que propiciem alta produção durante os primeiros anos de sangria, bem como seu ciclo econômico; que respondam bem à estimulação, à baixa intensidade de sangria e que apresentem crescimento satisfatório antes e depois da entrada da fase de produção. Com base nesses caracteres clonais, o heveicultor poderá assegurar alta produção, aliada a alta taxa de retorno sobre o investimento aplicado e em curto espaço de tempo.</p>
<p style="text-align: justify">As restrições impostas a tais caracteres são as relacionadas aos defeitos inerentes ao clone e a sua interação com os fatores ambientais. Clones com propensão extrema à quebra pelo vento ou suscetibilidade ao mal-das-folhas e à antracnose podem restringir severamente seu uso em certas regiões do planalto e do litoral paulista.</p>
<p style="text-align: justify">O desempenho na produção de um clone pode ser seriamente afetado pela ocorrência de restrições do local em áreas indicadas ao cultivo de seringueira. Os fatores ambientais de uma região que influenciam a escolha de um clone são: velocidade do vento, umidade atmosférica, tipo de solo, freqüência de geadas, disponibilidade hídrica e intensidade e duração da estação seca.</p>
<p style="text-align: justify">Clones não adaptados às condições do local resultam em redução do potencial de produção. Clones suscetíveis à quebra não podem ser plantados em locais com ventos fortes e constantes, sem qualquer proteção. Clones suscetíveis ao mal-das-folhas não devem ser plantadas em clima superúmido. O clone RRIM 600, altamente produtivo, mas susceptível à quebra, produzirá mais em locais pouco afetados pelo vento.</p>
<p style="text-align: justify">O tipo de solo é importante para a produtividade, uma vez que o potencial de um clone pode ser limitado quando em condições pedológicas desfavoráveis.</p>
<p style="text-align: justify">Ao contrário das recomendações de clones para amplas regiões que se faziam no passado, que deparavam com problemas de interação genótipo-ambiental, atualmente as recomendações são restritas aos respectivos ambientes. A maximização do potencial de produção, sendo o somatório, de partículas da interação genético-ambiental do local, possibilita uma escolha mais adequada de um clone para plantio comercial.</p>
<h5 style="text-align: justify">Importância</h5>
<p style="text-align: justify">Os clones, como material para o estabelecimento de um seringal, apresentam várias vantagens, a mais importante delas é a uniformidade exibida pelos seus indivíduos.</p>
<p style="text-align: justify">Todas as árvores de um mesmo clone, sob as mesmas condições ambientais, apresentam baixa variabilidade em relação a diferentes caracteres como: vigor, espessura de casca, produção, propriedades do látex, senescência anual de folhas, nutrição e tolerância à pragas e doenças. De certa forma, isso possibilita ao heveicultor adotar um manejo fácil e econômico. Com crescimento uniforme, o número de árvores de um seringal que necessita ser descartado é sempre menor. Outro ponto importante a considerar no clone é a uniformidade das propriedades do látex. Para propósitos industriais específicos, ele é mais bem apreciado, considerando essa uniformidade essencial. Através de clones possuidores de caracteres específicos diferenciados, é possível a seleção de material para as mais diversas situações exigidas.</p>
<h5 style="text-align: justify">Classificação</h5>
<p style="text-align: justify">Com base nos parentais utilizados nos cruzamentos para obtenção de ortete (árvore matriz), os clones costumam ser classificados em primários, secundários e terciários.</p>
<p style="text-align: justify">Clone oriundos de parentais desconhecidos são chamados clones primários. Em geral, essas árvores matrizes possuem caracteres desejáveis, sendo portanto, multiplicadas vegetativamente para dar origem ao clone.</p>
<p style="text-align: justify">Em clones secundários, as árvores matrizes são obtidas através de cruzamentos controlados entre dois clones primários. As árvores matrizes são então multiplicadas vegetativamente, do mesmo modo que os clones primários. Clones terciários são obtidos de cruzamentos onde pelo menos um dos paternais é secundário.</p>
<p style="text-align: justify"><em>Fonte: IAC &#8211; Programa Seringueira</em></p>
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		<title>Conheça o livro “Heveicultura, a cultura da seringueira&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Nov 2012 11:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Está sendo finalizada a edição de um livro sobre Heveicultura, que narra a história da borracha e da heveicultura, a primeira retrata o extrativismo na Amazônia, até o início da produção asiática, que coincidiu com o declínio do extrativismo; a<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/heveicultura-a-cultura-da-seringueira/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/heveicultura-a-cultura-da-seringueira/">Conheça o livro “Heveicultura, a cultura da seringueira&#8221;</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-901" title="HEVEICULTURA A CULTURA DA SERINGUEIRA" src="http://www.seringueira.com/wp-content/uploads/HEVEICULTURA_A_CULTURA_DA_SERINGUEIRA-300x82.jpg" alt="" width="300" height="82" /></p>
<p>Está sendo finalizada a edição de um livro sobre Heveicultura, que narra a história da borracha e da heveicultura, a primeira retrata o extrativismo na Amazônia, até o início da produção asiática, que coincidiu com o declínio do extrativismo; a segunda, a história da heveicultura, narra as sucessivas e fracassadas tentativas de cultivo, com exposição, em ordem cronológica, dos fatos mais relevantes, até os dias atuais. Um século da história da heveicultura, narrada de forma inédita, a partir da análise dos atos normativos editados pelo governo federal, que foi o principal protagonista destas histórias.</p>
<p>O livro contempla ainda, na forma de manual prático, a formação de mudas de seringueira (viveiro); o plantio no local definitivo e a explotação, desde a contagem e identificação das árvores até a sangria propriamente dita, todos totalmente ilustrados com fotografias e um encerramento, tipo passo a passo, através de um fluxograma fotográfico.</p>
<p>O livro conta com dois índices: um sistemático, que segue a sequência lógica. Ex.: semente → germinação → plântula → transplante, etc. e, outro alfabético, elaborado com todas as palavras-chaves do texto. Ex.: adubação, anelamento, borracha seca, clone, explotação, etc.</p>
<p>A edição contou com os mais modernos recursos de informática, para transformar em notas explicativas todos os pontos que dependiam de informações acionais, evitando a sua repetição no texto, através de mais de 250 notas explicativas, que contemplam todos os termos técnicos, expressões estrangeiras ou não usuais, textos legais (leis, decretos, portarias, etc.) referenciados no texto.</p>
<p>Houve a ideia inicial de apresentar junto com o livro um CD-ROM com a legislação, tabelas, orçamentos e modelos apresentados no livro, entretanto, esta mídia já está se tornando obsoleta e muitos dos novos equipamentos não mais dispõem de leitores destas mídias, então, optou-se por disponibilizar o conteúdo para download online, através de um site criado exclusivamente para divulgar o livro: www.viahevea.com.br (em elaboração).</p>
<p>Como vivemos o auge da era digital, onde as imagens se movimentam com um simples toque, todo o conteúdo é ilustrado, quase beirando o exagero, para compensar eventuais deficiências do texto, ‒ em razão do abuso da técnica de síntese ou resumo e, sempre que o texto justifica foi inserida uma imagem, na ânsia de se transmitir a mensagem que pode ter se perdido através das palavras.</p>
<p>O objetivo do livro não é a capacitação técnica, ‒ pela simples tentativa de transferência de tecnologia que, embora desejável, encontraria limitações de alcance e receptividade, ‒ mas sim, a apresentação de conhecimentos, organizados de uma forma racional e didática, ricamente ilustrado, com o firme propósito de incitar a crítica, por meio dos agentes do setor e, a partir deles, promover a capacitação da técnica, como destinatários finais da mensagem compilada.</p>
<p>Saiba mais através do site oficial de divulgação do livro: <a title="www.viahevea.com.br" href="http://www.viahevea.com.br" target="_blank">www.viahevea.com.br</a></p>
<p><em>Fonte: Divulgação</em></p>
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		<title>Área plantada de seringueira em SP cresce 81% em dez anos</title>
		<link>http://www.seringueira.com/area-plantada-de-seringueira-em-sp-cresce-81-em-dez-anos/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Sep 2012 18:43:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Chagas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Rebanhos bovinos tem sido enviados para outras regiões e substituídos pela árvore Esquecidas durante décadas, as seringueiras voltam a atrair investimentos. Preço alto, demanda firme e o deficit no mercado de borracha incentivam o plantio, principalmente em São Paulo. A<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/area-plantada-de-seringueira-em-sp-cresce-81-em-dez-anos/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/area-plantada-de-seringueira-em-sp-cresce-81-em-dez-anos/">Área plantada de seringueira em SP cresce 81% em dez anos</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Rebanhos bovinos tem sido enviados para outras regiões e substituídos pela árvore</strong></p>
<p>Esquecidas durante décadas, as seringueiras voltam a atrair investimentos. Preço alto, demanda firme e o deficit no mercado de borracha incentivam o plantio, principalmente em São Paulo.</p>
<p>A área plantada com seringueiras no Estado cresceu 81% entre 2000 e 2010, segundo dados mais recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O ritmo de crescimento é bem superior à média nacional (34%).</p>
<p>A expansão continua e ocorre em áreas de pasto. Assim como a cana, as seringueiras expulsam o gado para regiões onde a terra é mais barata, como o Nordeste.</p>
<p>A Agropecuária Jacarezinho começou a substituir gado por seringueira em 2007, em Valparaíso (SP). &#8220;Já plantamos 162 mil pés em 297 hectares. Vamos chegar a 200 mil árvores em 2013 e reavaliar novos plantios&#8221;, diz Renato Plachi, gerente agrícola.</p>
<p>Praticamente todo o rebanho da Jacarezinho, hoje em 38 mil bovinos, foi para o oeste da Bahia &#8211;só restam 2.000 em São Paulo.</p>
<p><em>Fonte: Painel Floresta/Clic Folha</em></p>
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		<title>Zoneamento Climático da Cultura da Seringueira no Brasil</title>
		<link>http://www.seringueira.com/zoneamento-climatico-da-cultura-da-seringueira-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 20:35:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Chagas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.seringueira.com/?p=776</guid>
		<description><![CDATA[<p>Introdução Para definir a aptidão do meio físico de uma região para determinada cultura, dois fatores são decisivos: o climático e o pedológico. O fator climático é, em geral, o primeiro a ser definido. Depois levantam-se as condições do fator solo, via de<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/zoneamento-climatico-da-cultura-da-seringueira-no-brasil/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/zoneamento-climatico-da-cultura-da-seringueira-no-brasil/">Zoneamento Climático da Cultura da Seringueira no Brasil</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Introdução</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para definir a aptidão do meio físico de uma região para determinada cultura, dois fatores são decisivos: o climático e o pedológico. O fator climático é, em geral, o primeiro a ser definido. Depois levantam-se as condições do fator solo, via de regra, com maior variabilidade espacial.</p>
<p style="text-align: justify;">A seringueira é uma planta originária da floresta amazônica, de clima tropicalequatorial úmido. Suas exigências climáticas são de temperaturas médias anuais elevadas e chuvas abundantes, possivelmente com estação hibernal amena e pouco chuvosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Na definição das exigências climáticas de uma cultura é necessário, também, as exigências das moléstias e pragas (CAMARGO, 1967). No caso da seringueira <em>(Hevea brasiliensis)</em> deve-se considerar a sua principal enfermidade, o &#8220;mal-das-folhas&#8221;, causada pelo fungo <em>Microcyclus ulei</em> (P. Henn) V. Arx.</p>
<p style="text-align: justify;">As cartas de zoneamento climático referem-se ao macroclima geral da região, condicionado pelos fatores geográficos como: latitude, altitude, massas de ar, barreiras orográficas, continentalidade, correntes marítimas etc. O macroclima corresponde ao ambiente geral da região, não influenciado por fatores locais, como exposição do terreno ou sua cobertura vegetal.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Características da Cultura</strong></p>
<p><strong>Fenologia da seringueira</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Camargo <em>et al</em>. (1967; 1976) fizeram observações sobre a fenologia da seringueira e do agente causal do “mal-das-folhas”, no Estado de São Paulo, verificando que o enfolhamento ocorre por meio de fluxos ou lançamentos foliares, que podem chegar a 6 ou 7 por ano. O primeiro fluxo foliar  aparece  normalmente  em  agosto  e  setembro,  após a dormência e a queda das folhas, independentemente da ocorrência de chuvas. A dormência das plantas se dá em julho agosto. Nas plantas adultas, o primeiro fluxo foliar surge em todos os galhos ao mesmo tempo e os demais fluxos vêm, em geral, apenas nos galhos apicais. Logo nos primeiros fluxos, as seringueiras ficam totalmente enfolhadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A idade fenológica dos fluxos foliares pode ser definida por notas de 0,1; 0,2; 0,3; até 110, este para as folhas totalmente maduras. O broto apical dormente tem a nota de 0,0 e, até o valor 0,3, as folhas são ainda herbáceas e tenras, estando sujeitas à infecção pelos esporos do fungo. Após essa idade fenológica, as folhas ficam coriáceas, armadas e resistentes à infecção. Apenas as folhas já infectadas na fase herbácea é que desenvolvem a enfermidade.</p>
<p><strong>Incidência do &#8220;mal-das-folhas&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <em>Microcyclus</em> pode ser considerado um fungo &#8220;orvalhófilo&#8221;. A infecção ocorre particularmente nas folhas novas situadas no topo das árvores, expostas ao céu, ao frio noturno e ao intenso orvalhamento. A lâmina de água do orvalho depositado é estática e favorece a germinação dos esporos e a infecção do fungo. No caso da chuva, a água escorre rapidamente e leva os esporos para as partes baixas da copa e para o solo, tendo pequena participação no processo.</p>
<p style="text-align: justify;">Camargo <em>et al</em>. (1967) observaram que para as condições de Pindamonhangaba (SP) e Campinas (SP), Estado de São Paulo:</p>
<p style="text-align: justify;">a) a infecção do fungo só ocorreu no período de janeiro a abril e que, antes de janeiro, o potencial de inóculo mostrou-se muito baixo. De maio a setembro, com temperaturas médias abaixo de 20°C, as lesões não se mostraram esporulantes.</p>
<p style="text-align: justify;">b) que após a infecção nas folhas novas, ainda tenras, as lesões desenvolveramse muito bem, especialmente em plantas jovens do clone Tj1xTj16</p>
<p style="text-align: justify;">c) as epifitias do &#8220;mal-das-folhas&#8221; só se verificaram em seringueiras susceptíveis, localizadas em terrenos de baixada, mal drenados e úmidos, com orvalhamento prolongado necessário à germinação e infecção dos esporos. Nessas condições, a umidade relativa do ar pode permanecer elevada, acima de 95%, e com orvalhamento prolongado por mais de 10 horas consecutivas, em mais de 15 dias do mês, condição necessária para ocorrer a infecção.</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto em Pindamonhangaba como em Campinas, só foram encontradas as formas assexuadas, conidiais do fungo (CAMARGO <em>et al</em>., 1976). Em Ilhéus (BA), Medeiros (1976) verificou a ocorrência de ambas as formas do fungo e que as epifitias do &#8220;mal-das-folhas&#8221; ocorreram somente em clones muito susceptíveis e em mudas localizadas em baixadas úmidas. Nessas condições a alta umidade relativa e os orvalhamentos prolongados e freqüentes favoreceram a infecção do fungo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Escalas do Clima</strong></p>
<p><strong>Macroclima</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A condição macroclimática refere-se ao clima regional, determinada por fatores geográficos como: latitude, altitude, circulação geral da atmosfera, massas de ar, barreiras orográficas, continentalidade, correntes marítimas, frias ou quentes etc.</p>
<p style="text-align: justify;">O macroclima corresponde ao ambiente geral da região, não influenciado por fatores locais do terreno ou da sua cobertura vegetal. É normalmente mapeado em cartas altimétricas ao milionésimo ou em escalas mais reduzidas.</p>
<p><strong>Oroclima</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É um aspecto do macroclima condicionado basicamente pela situação de depressão ou de elevação orográfica da região. Influi enormemente na freqüência da neblina de superfície, na duração do orvalhamento, na temperatura mínima do dia, na incidência do vento, na nebulosidade, na severidade das geadas , etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Duas localidades de condições macroclimáticas semelhantes, como Campinas e Piracicaba, podem apresentar situações oroclimáticas bem distintas. Campinas,localizada em região elevada, bem drenada e sem acumulação de ar frio noturno,não tem condições de formação de nevoeiros e orvalhamentos prolongados.</p>
<p style="text-align: justify;">Piracicaba está situada em grande depressão orográfica na bacia do Rio Piracicaba e tem condições propícias à acumulação de ar frio, formação nevoeiros e orvalho, que favorecem a incidência de surtos epidêmicos do &#8220;mal-das-folhas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Pinheiro <em>et al</em>. (1980), Açailândia (MA), situada em região elevada, bem drenada e pouco sujeita a orvalhamento prolongado, pode ser considerada pouco afetada por surtos epidêmicos do &#8220;mal-das-folhas&#8221;. Em Belterra (PA), entretanto, por estar situada em região mais baixa e mal drenada, os surtos epidêmicos do &#8221;mal-das-folhas&#8221; são muito graves.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Garanhuns (PE) o &#8220;mal-das-folhas&#8221; praticamente não se manifesta, segundo Reis (1974). As boas condições de drenagem da área, com cerca de 900m de altitude, e as baixas temperaturas médias dos meses de inverno, abaixo de 20ºC devem ser a causa do escape da incidência da enfermidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A brisa &#8220;terra-mar&#8221; é um fenômeno atmosférico que pode influir no ambiente.<br />
Durante a noite, a centenas de metros acima da superfície, ocorre uma contrabrisa, do mar para a terra, que pode avançar quilômetros de distancia terra a dentro. Essa contra-brisa vem carregada de umidade do mar. No interior, ao descer para superfície, essa massa de ar aquece-se adiabaticamente e as gotículas de neblina evaporam-se. Dissipa-se, então, a nebulosidade que protegia a perda de calor pela folhagem. A folhagem resfriada provoca o orvalhamento  intenso,  que  favorece  a  infecção  do  &#8221;mal-das-folhas&#8221; .  Esse efeito orográfico noturno da brisa &#8220;terra-mar&#8221; acontece, por exemplo, no Vale do Rio Ribeira, em São Paulo e nas proximidades dos grandes rios no vale do Amazonas, no Pará.</p>
<p><strong>Topoclima</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É condicionado pela configuração local do terreno que pode ser: encosta norte, sul, leste ou oeste; terreno plano, côncavo, convexo etc. Esses aspectos podem influenciar enormemente as condições topoclimáticas do terreno, quanto à temperatura e umidade, e agravar consideravelmente a ocorrência do &#8220;mal-das-folhas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente, os terrenos elevados, convexos e as encostas bem drenadas, especialmente do nascente, onde os raios solares matinais fazem dissipar mais rapidamente o orvalho, ficam livres da incidência da moléstia (CAMARGO <em>et al</em>.,1967). Os efeitos topoclimáticos são normalmente mapeados em cartas altimétricas, na escala de 1:50.000.</p>
<p><strong>Microclima</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O microclima corresponde à influência da cobertura do terreno. O terreno pode estar com vegetação baixa, alta, densa ou rala; coberto com palha (mulch), com água ou ter o solo nu. Cada uma dessas coberturas condicionam um microclima diferente e especial. Um seringal com espaçamento entre plantas reduzido e com o solo sombreado pode ter um microclima mais úmido que outro mais jovem ou com maior espaçamento de plantio.</p>
<p style="text-align: justify;">A proximidade de uma grande massa de água tem um efeito notável na escala microclimática. Durante a noite, as grandes massas de água permanecem bem mais quentes que os terrenos adjacentes, o que tende a reduzir a formação de orvalho devido à manutenção da temperatura do ar acima da temperatura do ponto de orvalho. Além disso, nessas áreas é muito comum a formação de uma neblina ciliar protetora contra o resfriamento noturno, evitando a formação do orvalho necessário à infecção do fungo e à manifestação do &#8220;mal-das-folhas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é um processo semelhante ao da proteção contra geada da neblina ciliar nas margens e proximidades das grandes massas de água.</p>
<p style="text-align: justify;">Bastos &amp; Diniz (1979), fizeram medições termohigrométricas em seringais situados às margens dos rios Guamá, em Belém (PA) e do Tapajós, em Santarém (PA). Verificaram que nas margens dos grandes rios, a umidade relativa do ar mantinha-se bem mais baixa, impedindo o orvalhamento e a infecção do fungo.</p>
<p style="text-align: justify;">Seus dados mostraram que, distante do rio Guamá, o número de dias por ano favoráveis à germinação dos esporos do Microcyclus foi de 270, ao passo que em suas margens, foi de apenas 87. Para o rio Tapajós as diferenças foram ainda mais acentuadas, de 292 dias para terrenos distantes e de apenas 13 dias no terreno marginal.</p>
<p style="text-align: justify;">O fenômeno da adjacência a grandes massas de água nada tem de comum com o efeito da contra-brisa &#8220;terra-mar&#8221;. Este é oroclimático e aquele microclimático, e seus efeitos são opostos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Aptidão Climática da Heveicultura</strong></p>
<p style="text-align: justify;">São dois os fatores decisivos que caracterizam a aptidão agroclimática de uma cultura: os térmicos e os hídricos. Tais fatores referem-se especialmente à escala macroclimática.</p>
<p><strong>Fator térmico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para definir o fator térmico no zoneamento da aptidão agroclimática foram empregados duas variáveis: temperatura média anual (Ta) e temperatura média do mês mais frio (Tf). Normalmente, a temperatura média anual deve ser superior a 18°C. Para regiões subtropicais, com inverno pronunciado e sujeitas a geadas severas, a variável Tf deve também ser considerado, pois há indicações de que em regiões com Tf abaixo de 15°C há restrição para o cultivo da seringueira.</p>
<p><strong>Susceptibilidade às epifitias do mal-das-folhas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Camargo <em>et al</em>. (1976) verificaram que quando as temperaturas médias do mês mais frio (Tf) caem abaixo de 20°C, as pústulas do fungo causador da moléstia deixam de esporular. Dessa forma, as epifitias não têm condições de se manifestar, pelo baixo potencial de inóculo verificado na fase de lançamento dos primeiros fluxos foliares da primavera.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Medeiros (1976), nas condições da área de Ilhéus (BA), a manifestação da doença é grave na região. A temperatura média do mês mais frio (Tf) na região é bem superior a 20°C.</p>
<p style="text-align: justify;">No zoneamento da aptidão climática da heveicultura pode-se considerar as regiões com Tf inferior a 20°C como sendo livre de epifitias do &#8220;mal-das-folhas&#8221; sendo possível cultivar aí os clones mais finos sem problemas com a manifestação grave da enfermidade, especialmente se estiverem em terrenos elevados, bem drenados, livres de orvalhamento prolongado.</p>
<p><strong>Fator Hídrico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O fator hídrico pode ser caracterizado pelo balanço hídrico climático de Thornthwaite (1948) ou o de Thornthwaite &amp; Mather (1955). Eles são baseados no cotejo contábil entre dados mensais da precipitação pluvial e da evapotranspiração potencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Na definição das disponibilidades hídricas climáticas para a agricultura não basta considerar apenas os dados pluviométricos mensais. Essa chuva pode não ser a necessária para manter o solo com a umidade adequada para uso das plantas. É necessário comparar no balanço hídrico, a chuva ocorrida mensalmente com a respectiva evapotranspiração potencial, isto é, a chuva necessária.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Evapotranspiração potencial</strong></em>. Embora de difícil medição a evapotranspiração potencial pode ser estimada satisfatoriamente por cálculo a partir de outroselementos meteorológicos, usando métodos conhecidos como de Thornthwaite (1948) e o de Camargo-71 (CAMARGO; CAMARGO, 1971). Embora simples, este último é confiável para o preparo de balanços hídricos mensais e baseia-se apenas na temperatura média do ar e na radiação solar extraterrestre mensal, expressa em milímetros, obtidos facilmente em tabelas astronômicas, partindo da latitude do lugar e da época do ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Deficiências e excedentes hídricos</strong></em>. As deficiências hídricas, obtidas com o cálculo do balanço hídrico, correspondem à água que deixa de ser evapotranspirada, em virtude de resistência do solo à extração de água pela vegetação, à medida que vai secando.</p>
<p style="text-align: justify;">Os excedentes hídricos correspondem ao saldo positivo entre a precipitação e a evapotranspiração. Ocorre quando o solo está em capacidade de campo, ou seja, com a capacidade máxima de retenção hídrica na zona das raízes. Indicam a chuva supérflua para a vegetação, mas importante para abastecer o lençol freático, pela drenagem profunda.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Carta de Aptidão Climática</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ao preparar uma carta de aptidão climática é necessário definir as exigências climáticas para o cultivo comercial da planta considerada. Essa definição é normalmente baseada em levantamentos das condições climáticas, térmicas e hídricas, encontradas nas regiões de ocorrência natural da espécie, bem como naquelas de cultivo comercial. Levam-se em conta também, as condições climáticas para favorecer a incidência de surtos epidêmicos das moléstias e pragas mais graves da espécie cultivada.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso da <em>Hevea brasiliensis</em> é o &#8220;mal-das-folhas&#8221; o inimigo normalmente considerado. Várias cartas de aptidão climática da heveicultura no Brasil já foram preparadas, a primeira em 1959 (CAMARGO, 1959), que leva em conta apenas as exigências climáticas da seringueira.</p>
<p style="text-align: justify;">Ortolani <em>et al</em>. (1986) produziram uma carta considerando o efeito da umidade relativa média do ar nos surtos epidêmicos do &#8220;mal-das-folhas&#8221;, sem considerar, no entanto, o efeito da temperatura média do mês mais frio sobre a interrupção da esporulação do fungo.</p>
<p style="text-align: justify;">A carta preparada para este trabalho constitui um refinamento das cartas elaboradas por Camargo (1976) e Camargo <em>et al</em>. (1977), utilizando critérios climáticos semelhantes aos anteriores, porém, ajustados de acordo com novas informações sobre as exigências da heveicultura e com a revisão das isolinhas de deficiência hídrica. Os fatores do clima adotados na caracterização da aptidão climática foram:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>a) Fator térmico</strong> &#8211; Delimita as condições térmicas exigidas pela heveicultura para o seu desenvolvimento normal e livre dos danos das geadas severas. Essas condições são caracterizadas conjuntamente pelas variáveis: temperatura média anual (Ta) e temperatura média do mês mais frio (Tf).</p>
<p style="text-align: justify;">A seringueira vem se adaptando bem em áreas antes consideradas muito frias, como nos contrafortes da Serra da Mantiqueira em São Paulo e no sul de Minas Gerais. Tem-se observado que as áreas mais frias, aptas para o café arábica, também se mostram aptas para a heveicultura, sem problemas com o &#8220;mal-das-folhas&#8221;. Por isso, a média mensal para indicar a inaptidão da heveicultura por frio foi reduzido de 16°C para 15°C e a temperatura média anual (Ta), de 20ºC para 18°C.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>b) Fator hídrico</strong> &#8211; A heveicultura vem mostrando suportar bem deficiências hídricas elevadas. O limite de 240mm para deficiência hídrica (Da), utilizado nas versões anteriores, foi elevado para 300mm, considerando uma capacidade de água disponível no solo (CAD) de 125mm. Deficiências até 300mm anuais correspondem a condições hidricamente aptas à cultura comercial da seringueira, desde que em solos profundos. De 300 a 500mm, as regiões apresentam marginalidade. Regiões com deficiência hídrica acima de 500mm anuais foram<br />
consideradas demasiado secas e definidas como inaptas à cultura.</p>
<p><strong>Faixas de aptidão climática adotadas</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Faixa A &#8211; apta</strong>. Condições térmicas e hídricas satisfatórias ao desenvolvimento vegetativo da seringueira e impróprias às epifitias graves do &#8220;mal-das-folhas&#8221;: Ta acima de 18°C; Tf de 15 a 20°C; e Da de 1 a 300mm. Abrange quase todo o território paulista e mineiro, bem como partes dos Estados de Goiás, Mato Grosso do Sul e do Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>Faixa B &#8211; restrita</strong>. Condições térmicas e hídricas satisfatórias, mas sujeita a surtos graves do &#8220;mal-das-folhas&#8221; por umidade elevada: Ta acima de 18°C; Tf de 15 a 20°C; Da igual a zero. Compreende o sul de Mato Grosso do Sul, o litoral de São Paulo e do Paraná.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Faixa C &#8211; marginal</strong>. Muito sujeita ao &#8220;mal-das-folhas&#8221; principalmente nas baixadas. Usar clones resistentes ou aplicação de fungicidas: Tf acima de 20°C; Da abaixo de 300mm. Abrange grande parte do Mato Grosso, Rondônia, Amazonas e Acre, além da região de Belém (PA), entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Faixa D &#8211; marginal</strong>. Sujeita a graves epifitias do &#8220;mal-das-folhas&#8221;, pela temperatura alta e umidade elevada, contínua: Tf acima de 20°C; Da igual a zero. Compreende todo o noroeste do Amazonas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Faixa E &#8211; marginal</strong>. Alta deficiência hídrica. Usar solos profundos: Tf acima de 20°C; Da entre 300 e 500mm. Compreende quase todo o Pará, Tocantins, oeste do Maranhão. Podem-se encontrar áreas aptas ao cultivo da seringueira nesta faixa em terrenos de solo profundo, com elevada capacidade de água disponível.</p>
<p><strong>Faixa F &#8211; inapta</strong>. Deficiência hídrica excessiva: Da acima de 500mm.<br />
Compreende a maior parte do Nordeste brasileiro.</p>
<p><strong>Faixa G &#8211; inapta</strong>. Frio excessivo e geada severas: Tf abaixo de 15°C. Abrange o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e sul do Paraná.</p>
<p><a href="http://www.seringueira.com/wp-content/uploads/Zoneamento_Climatico_Seringueira.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-788" title="Zoneamento Climático Seringueira" src="http://www.seringueira.com/wp-content/uploads/Zoneamento_Climatico_Seringueira-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
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<p>Fonte:</p>
<p><em>Ângelo Paes de Camargo</em><br />
<em>Fábio Ricardo Marin</em><br />
<em>Marcelo Bento Paes de Camargo</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>BM&amp;FBovespa e Santander anunciam parceria para desenvolver mercado de carbono no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Aug 2012 23:14:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Chagas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A BM&#38;FBOVESPA e o SANTANDER BRASIL firmaram parceria para estimular o mercado de créditos de carbono no Brasil. O objetivo é estudar a criação de novos produtos referenciados em créditos de carbono para negociação em bolsa, como contratos derivativos e<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/bmfbovespa-e-santander-anunciam-parceria-para-desenvolver-mercado-de-carbono-no-brasil/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/bmfbovespa-e-santander-anunciam-parceria-para-desenvolver-mercado-de-carbono-no-brasil/">BM&#038;FBovespa e Santander anunciam parceria para desenvolver mercado de carbono no Brasil</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A BM&amp;FBOVESPA e o SANTANDER BRASIL firmaram parceria para estimular o mercado de créditos de carbono no Brasil. O objetivo é estudar a criação de novos produtos referenciados em créditos de carbono para negociação em bolsa, como contratos derivativos e produtos à vista.</p>
<p align="justify">Por meio do acordo, as duas instituições vão avaliar conjuntamente o desenvolvimento de produtos direcionados aos mercados brasileiro e internacional, e também desenvolverão estudos para analisar a viabilidade econômica e sugerir medidas regulatórias necessárias ao lançamento destes produtos.</p>
<p align="justify">A iniciativa também prevê a criação de um Programa de Formador de Mercado (Market Maker) voltado aos produtos resultantes da parceria.</p>
<p align="justify">“Este é um passo importante para promovermos o desenvolvimento do mercado de carbono local, colocando o Brasil em consonância com o cenário internacional”, diz Roberto Campos, diretor executivo de tesouraria do SANTANDER BRASIL.</p>
<p align="justify">“Estamos dando mais um passo para construir um ambiente que, no médio prazo, propiciará padronização, transparência e liquidez aos participantes do mercado”, diz Marcelo Maziero, diretor executivo de produtos e clientes da BM&amp;FBOVESPA.</p>
<p align="justify">Fonte:<em> BM&amp;FBOVESPA</em></p>
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		<title>Heveicultores da região de Barretos estão se profissionalizando</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jun 2012 00:09:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eduardoabs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Parceria entre Sebrae-SP, Sindicato Rural de Barretos e outras entidades prevê assistência a um grupo de 120 produtores de borracha. Em parceria com o Sindicato Rural de Barretos, APABOR &#8211; Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha, Secretaria de<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/heveicultores-da-regiao-de-barretos-estao-se-profissionalizando/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/heveicultores-da-regiao-de-barretos-estao-se-profissionalizando/">Heveicultores da região de Barretos estão se profissionalizando</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Parceria entre Sebrae-SP, Sindicato Rural de Barretos e outras entidades prevê assistência a um grupo de 120 produtores de borracha.</strong></p>
<p>Em parceria com o Sindicato Rural de Barretos, APABOR &#8211; Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha, Secretaria de Agricultura de Barretos, CATI e APTA – Agência Paulista de Tecnologia de Agronegócios de Colina, o Sebrae-SP gerencia um projeto para capacitar heveicultores da região de Barretos.</p>
<p>O grupo foi iniciado em outubro de 2011, já conta com a adesão de 48 heveicultores e está aberto para novas adesões.</p>
<p>O projeto faz parte do AgroSebrae &#8211; novo programa do Sebrae-SP para o atendimento de pequenas propriedades rurais. O Sebrae-SP oferece consultoria técnologica com técnicos especializados do segmento e acesso a ações coletivas como Dias de Campo, missões técnicas e participação em feiras e seminários.</p>
<p>Os objetivos da criação do grupo são: propor ações em conjunto para a capacitação dos produtores, fomentar o empreendedorismo rural e melhorar a competitividade dos produtores, através da melhoria do produto, dos processos de gestão das propriedades e acesso a mercados.</p>
<p>“A heveicultura é economicamente viável e pode ser lucrativa também para os pequenos produtores. A demanda por borracha natural está crescendo no país e os proprietários precisam se organizar para atender o mercado. Na região de Barretos são muitos os que atuam no setor e estamos propondo uma ação para beneficiarmos um grande grupo de heveicultores, que estão em diferentes estágios de produção, comercialização e organização”, comenta Tatiana Candeo, gestora de agronegócios do Sebrae-SP e uma das responsáveis pelo projeto.</p>
<p>A estimativa do Sebrae-SP é compor um grupo de 120 produtores. Os interessados em participar podem fazer adesão na unidade do Sebrae-SP em Barretos, através do telefone (17) 3323-2899 ou pessoalmente na Rua 14,735.</p>
<p><strong>Produção de borracha natural no Brasil</strong></p>
<p>A produção nacional de borracha natural chegou a 130 mil toneladas em 2010. A produção total, porém, atende apenas a 30% da demanda interna. Até 2030 estima-se que essa demanda alcence um milhão de toneladas. O estado de São Paulo representa 55% desse total. </p>
<p><strong>AgroSebrae</strong></p>
<p>O Sebrae-SP oferece dois tipos de atendimento pelo AgroSebrae: individual e coletivo. No individual, o produtor rural que deseja receber apoio para sua produção pode procurar o escritório regional em sua região. No local, ele encontrará orientação sobre as ferramentas disponíveis para organizar e melhorar a gestão de sua propriedade rural. Podem participar produtores com propriedades rurais de área total de até 100 hectares e empresários de agroindústrias formalizados ou com intenção de formalizar seu negócio. </p>
<p>Fonte: <em>Assessoria de Imprensa &#8211; SEBRAE/SP e Diogo Esperante (santahelenaagricola.com)</em></p>
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		<title>País tem participação mínima no mercado do látex</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jun 2012 23:49:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Chagas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A produção interna corresponde a apenas um terço do consumo De uma produção mundial da ordem de 7,2 milhões de toneladas de borracha natural, o Brasil tem uma participação irrisória, hoje oscilando em torno de 100 mil toneladas, o equivalente<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/pais-tem-participacao-minima-mercado-latex/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/pais-tem-participacao-minima-mercado-latex/">País tem participação mínima no mercado do látex</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A produção interna corresponde a apenas um terço do consumo</strong></p>
<p>De uma produção mundial da ordem de 7,2 milhões de toneladas de borracha natural, o Brasil tem uma participação irrisória, hoje oscilando em torno de 100 mil toneladas, o equivalente a cerca de 1,4% do volume total. A produção interna corresponde a apenas um terço do consumo, que está na casa de 300 mil toneladas/ano. A indústria de pneumáticos absorve a maior parte (75%) da borracha natural consumida no país.</p>
<p>A informação é do economista Armando Soares, presidente da Associação dos Produtores de Borracha Natural do Brasil e membro efetivo da Câmara Setorial da Cadeia da Borracha Natural do Ministério da Agricultura, como representante do Pará.</p>
<p>De acordo com Armando Soares, o Brasil ainda importa três quartos da sua necessidade de consumo. O país permanece, assim, na dependência dos países asiáticos, especialmente Tailândia, Indonésia, Malásia e Índia, os maiores produtores mundiais.</p>
<p>Essa dependência é mais estranha, conforme frisou o economista, quando se leva em conta o fato de ser a Amazônia o berço da seringueira e de continuar o Brasil abastecendo com material genético o resto do mundo para renovação dos plantéis. “Ou seja, continuamos a ser saqueados com o consentimento do governo”, acrescentou. Para Armando Soares, tudo o que se produzir ou se plantar no Pará será pouco para alcançarmos a autossuficiência, incluindo aí a reativação de seringais nativos com outro modelo de produção que não o extrativista.</p>
<p><strong>Baixa produção</strong></p>
<p>O Pará, que tem mapeados pela Embrapa alguns milhões de hectares de áreas de escape propícios ao plantio de seringueiras, segundo ele, registra uma produção insignificante, da ordem de 100 a 120 toneladas mensais. Essa produção, conforme explicou o economista, não provém de seringais nativos, mas do cultivo residual da época da Sudhevea, a antiga Superintendência da Borracha. A autarquia, criada em 1967 e extinta em 1989, tinha por objetivo o estímulo ao cultivo da seringueira no Brasil através do Programa da Borracha (Probor).</p>
<p>Em todo o Brasil, de acordo com Armando Soares, a heveicultura ocupa pouco mais de 140 mil hectares e mobiliza em torno de sete mil produtores. As usinas de beneficiamento são 73, das quais apenas 23 em funcionamento. As indústrias de pneumáticos totalizam 15 fábricas, para 8 diferentes marcas.</p>
<p>Já o comércio e a prestação de serviços na área da borracha abrangem três vertentes: o comércio de produtos acabados – pneumáticos e artefatos de borracha -; o comércio de insumos, para atender a demanda dos demais setores da cadeia; e, por fim, os serviços de balanceamento e conserto de pneus, além de outros ligados à cadeia produtiva.</p>
<p><strong>Produto é uma necessidade no dia a dia das pessoas</strong></p>
<p>De acordo com o Grupo Internacional de Estudos da Borracha (IRSG, pela sua sigla em inglês), entidade que reúne alguns dos maiores especialistas do mundo nesse nicho específico de negócios, existem atualmente no mercado global mais de 40 mil artigos à base de borracha natural. Estudos recentes mostram que são necessários cerca de 600 quilos de borracha para a montagem de um avião de grande porte (comercial ou militar) e um volume próximo a 70 toneladas para a construção de um navio de guerra.</p>
<p>A par de sua presença em estruturas gigantes como essas, a borracha é regularmente empregada também em peças mais simples e prosaicas, embora não menos importantes. Maleável e resiliente, ela tem como características muito peculiares a elasticidade, plasticidade e resistência ao desgaste e ao impacto, bem como propriedades isolantes de eletricidade e impermeabilidade para líquidos e gases.</p>
<p>Para o economista Armando Soares, pode-se compreender assim a extraordinária importância do produto para o Brasil e o mundo. Uma importância – enfatizou – que vai muito além da indústria pneumática e da aviação. “A borracha é hoje componente de milhares de artefatos”, disse ele, acrescentando que o produto insere-se na vida moderna na forma de luvas e tubos cirúrgica, preservativos, utensílios domésticos, bicos de mamadeiras e afins. “Mas não só. A borracha está presente no nosso dia a dia também nos equipamentos eletrônicos, nos eletrodomésticos, nos calçados, na mineração e na siderurgia, bem como na atividade petrolífera, no saneamento, na construção civil e na indústria em geral”, finalizou.</p>
<p><strong>Sintético tem custo alto para o consumidor</strong></p>
<p>Estudos realizados por organismos internacionais projetam para o Brasil um consumo potencial em torno de 500 mil toneladas de borracha em 2020, contra uma produção interna, mantidas as condições atuais, de aproximadamente 250 mil toneladas. De acordo com essas projeções, a produção brasileira de borracha vai experimentar nos próximos anos um crescimento ligeiramente superior à demanda, mas não o suficiente para eliminar o déficit hoje existente na oferta. Atualmente, o Brasil importa cerca de dois terços de toda a borracha consumida dentro do país.</p>
<p>Esse descompasso entre oferta e demanda só poderá ser equacionado, segundo os especialistas, pela substituição da borracha natural, procedente dos seringais, pela borracha sintética. Isso é possível, mas a opção pela borracha sintética deve representar um custo cada vez mais elevado ao longo dos próximos anos, já que o cenário é de escassez no mercado mundial e de consequente elevação dos preços do produto. Para o Brasil, portanto – e especialmente para a região amazônica –, seria muito mais interessante a valorização do produto natural.</p>
<p>Ao defender essa tese, que conta com a simpatia do segmento empresarial, os pesquisadores que se dedicam ao estudo da seringueira lembram que o Brasil já foi o maior produtor e exportador de borracha natural do mundo. Para um país que dispõe, na comparação com os demais países produtores, de área incomparavelmente maior e apta para o plantio de seringueiras, o déficit de produção é tido como resultado de imperdoável descaso em relação a um produto estratégico, tanto do ponto de vista econômico quanto sob o aspecto social.</p>
<p>E o que dizer da Amazônia, em especial, berço natural da Hevea brasiliensis, a maior fonte de borracha natural do planeta? A região, que há um século viveu o fastígio proporcionado pelo ciclo da borracha como indutor de prosperidade econômica, hoje está reduzida a uma posição de insignificância como produtor dentro do próprio território nacional.</p>
<p>Não deveria ser assim, sobretudo quando se leva em conta que a borracha conquista cada vez mais enorme importância comercial, dada a possibilidade do seu uso em diversos setores, entre os quais o transporte, a indústria e o material bélico.</p>
<p style="text-align: left"><strong>Fonte:</strong> <em>Diário do Pará</em></p>
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		<title>Sistemas agroflorestais com seringueira como alternativa de fonte de renda</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jun 2012 17:52:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Chagas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A produção inicial de borracha natural a partir do seringal nativo, por contingências fitossanitárias, teve o seu deslocamento pressionado para as áreas de escape do Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país, alcançando Minas gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná e, onde vem<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/sistemas-agroflorestais-com-seringueira-como-alternativa-de-fonte-de-renda-safs/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/sistemas-agroflorestais-com-seringueira-como-alternativa-de-fonte-de-renda-safs/">Sistemas agroflorestais com seringueira como alternativa de fonte de renda</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A produção inicial de borracha natural a partir do seringal nativo, por contingências fitossanitárias, teve o seu deslocamento pressionado para as áreas de escape do Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país, alcançando Minas gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná e, onde vem se destacando o Estado de São Paulo como o maior produtor nacional, respondendo hoje por mais da metade da produção.</p>
<p>A implantação apropriada de sistemas agroflorestais (SAFs) com a seringueira, pode atuar positivamente na minimização de alguns problemas edafoclimáticos ocorrentes em tais áreas, bem como, sócio-econômicos. Referidos sistemas, envolvem a combinação deliberada da seringueira com culturas agrícolas e/ou animais, em arranjo seqüencial ou espacial, que resultem em benefícios ao solo, com a melhoria do controle da erosão, aporte de matéria orgânica e ciclagem de nutrientes, além de diversificar a produção da propriedade agrícola.</p>
<p>Do ponto de vista biológico, considerando as espécies associadas, a utilização de espécies apresentando ciclos vegetativos distintos, proporciona um melhor uso temporal dos fatores de produção além de resultar em menor nível de competição entre estas. Desse modo, a seleção de espécies a serem consorciadas, deverá levar em conta alguns parâmetros relacionados ao clima, às estruturas vegetativas; características fisiológicas; períodos de máxima exigência por fatores de produção e compatibilidade sanitária entre as  espécies envolvidas, uma vez que, qualquer variação de um fator ambiental que influencie no crescimento e desenvolvimento das<br />
plantas, resultará em uma vantagem seletiva de uma das culturas sobre a outra. E, ainda, em decorrência da manifestação de uma interação dinâmica entre as culturas consorciadas, é constatada uma maior estabilidade de produção no sistema como um todo.</p>
<p>Tecnicamente, a seringueira pode compor SAFs com uma infinidade de culturas anuais, semiperenes e perenes, propiciando benefícios mútuos, além de propiciar a diversificação de oferta de produtos e renda ao produtor, com melhoria das condições sócio-econômicas das propriedades rurais. O consórcio nos três primeiros anos de vida do seringal é normalmente feito com cultivos anuais como, arroz, milho, feijão, sorgo, soja, batata doce, abacaxi e trigo dentre outras. A partir do quarto ano o sombreamento oferecido pela copa, permite o uso de cultivos semiperenes e perenes, menos exigentes em luz, como juçara, pupunha, palmeira real e café propiciando uma convivência harmônica e até mesmo permanente quando a seringueira é plantada em renques (filas duplas) afastadas de 16 a 22 metros.</p>
<p>Experimentos conduzidos no Paraná envolvendo o consórcio seringueira e o cafeeiro atestam a viabilidade de SAFs temporários e permanentes com benefícios mútuos, promovendo a recuperação produtiva e o prolongamento da vida útil de cafeeiros decadentes e em fase de erradicação e a antecipação de dois anos na entrada em produção do seringal no consórcio temporário. No consórcio permanente, as duas culturas convivem sem causar nenhum prejuizo uma à outra, com a vantagem de aumentar a renda por unidade de área, tendo por base o índice de equivalência de área (IEA).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <em>Área de Fitotecnia-AFT – Programa Recursos Florestais –PRF.- Instituto Agronômico do Paraná – IAPAR</em></p>
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		<title>Poupança verde</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jun 2012 22:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eduardoabs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Árvores plantadas em uma pequena área da fazenda podem ser uma alternativa de investimento, em tempos de queda do rendimento das aplicações de renda fixa de incerteza na bolsa Quanto renderiam R$ 3 mil aplicados em uma caderneta de poupança<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/poupanca-verde/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/poupanca-verde/">Poupança verde</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Árvores plantadas em uma pequena área da fazenda podem ser uma alternativa de investimento, em tempos de queda do rendimento das aplicações de renda fixa de incerteza na bolsa</strong></p>
<p><img alt="" src="http://www.terra.com.br/revistadinheirorural/edicoes/92/imagens/i339837.jpg" title="Poupança verde" class="alignleft" width="204" height="181" />Quanto renderiam R$ 3 mil aplicados em uma caderneta de poupança durante 13 anos? Pelas novas regras anunciadas no mês passado pelo governo federal, seria possível resgatar não mais do que R$ 5,4 mil. Mas, se esse mesmo valor fosse investido no plantio de árvores nobres, como mogno africano, teca, ou mesmo em seringueira, acácia e eucalipto, a conta ficaria mais atraente. Enquanto na poupança o rendimento gira em torno de 6% ao ano, no eucalipto, por exemplo, a rentabilidade beira os 13%. Um hectare de eucalipto, em uma conta simplificada, se transformaria em R$ 36 mil após 13 anos, seis vezes mais do que a poupança tradicional. Nos cálculos entram apenas os custos com o preparo de solo, adubação, controle de ervas daninhas, com a compra das mudas e as receitas obtidas com a venda de 300 metros cúbicos de madeira, hoje cotada a R$ 120 o metro cúbico. “Com essa idade, a madeira pode ser vendida para o setor moveleiro”, diz o professor Márcio Lopes da Silva, da Sociedade de Investigações Florestais (SIF), departamento de engenharia florestal da Universidade Federal de Viçosa (MG). Segundo ele, o cultivo da madeira como poupança é uma atividade recente no País. “Olhar uma árvore como poupança é um dado novo no setor e uma tendência crescente”, diz Lopes da Silva. “A produção funciona como um fundo de investimentos e o produtor dispõe dele no momento em que achar necessário.”</p>
<p>Segundo César Augusto Reis, diretor-executivo da Associação Brasileira de Florestas (Abraf), em Brasília, o cultivo da madeira é de ciclo longo, por isso, pode entrar na propriedade como atividade complementar. Muitas empresas têm programas de fomento, com doação de mudas, insumos e garantia de compra da madeira , diz. “Quem quer a madeira como poupança também pode aproveitar oportunidades como essas”, diz o diretor.</p>
<p><img alt="" src="http://www.terra.com.br/revistadinheirorural/edicoes/92/imagens/i339838.jpg" title="Poupança verde" class="aligncenter" width="470" height="188" /><br />
DESAFIO: a pecuarista Carmen Perez investe em árvores, de olho no crescimento de seu rebanho. Na fazenda Orvalho das Flores, 100 mil pés de seringueira foram plantados</p>
<p>A seringueira para a extração de borracha é outro cultivo que também está sendo visto como poupança. A pecuarista Carmen Perez e sua irmã Carolina Perez, empresária do ramo de turismo, decidiram trocar as inúmeras ofertas de títulos de renda fixa e ações pela aposta no plantio de seringueira. “Eu precisava de um novo desafio e também melhorar a parte econômica da pecuária”, diz Carmen. Na fazenda Orvalho das Flores, no município de Araguaiana, em Mato Grosso, na qual ela cria 3,8 mil animais da raça nelore, foram separados para o cultivo das árvores 280 hectares, do total de quatro mil hectares. Nesse pequeno pedaço de terra foram plantados 100 mil pés de seringueira, entre outubro e dezembro do ano passado.</p>
<p><img alt="" src="http://www.terra.com.br/revistadinheirorural/edicoes/92/imagens/i339839.jpg" title="Poupança verde" class="aligncenter" width="328" height="504" /></p>
<p>Dentro de 11 anos, quando a área estiver em plena produção de látex, Carmen espera ter uma renda anual de R$ 960 mil com os 100 mil pés de seringueira. “Com a renda extra, vou intensificar a área da pecuária”, diz. Se levar em consideração a produtividade anual média de uma tonelada de borracha por hectare (a R$ 3,80 o quilo), as contas de Carmen são até conservadoras. Em 11 anos, sua poupança verde poderia ultrapassar a casa do milhão de reais. “Cultivar seringueiras é um trabalho artesanal e requer muita mão de obra”, afirma Carmen. “O custo no primeiro ano da planta é altíssimo.” Para cada muda, até a sangria do látex, de acordo com estudo de Carmen, o custo fica em torno de R$ 16. “A adubação é constante, é preciso muita água para a planta, investir em herbicidas, além de mão de obra”, diz. “Hoje tenho sete funcionários somente para cuidar das plantas.” Mesmo assim, Carmen diz que o investimento vale a pena: “o mercado de borracha também não para de crescer”. De acordo com a Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha (Apabor), com sede em São José do Rio Preto, até 2030 o País deve chegar a um consumo anual de um milhão de toneladas de borracha natural. Quem produzir, vai ter mercado. Ainda hoje, a produção, de 460 mil toneladas, atende apenas a 70% do consumo no mercado brasileiro.</p>
<p>A irmã de Carmen, Carolina Perez, começou a investir em seringueira também de olho na forte demanda interna. Mas Carolina, que idealizou o Travelweek São Paulo, não tinha nenhuma relação com o mundo rural, até o fim do ano passado. Ela embarcou no plantio de árvores, influenciada pela irmã. Carolina comprou a Fazenda do Bosque, de 245 hectares a 10 quilômetros da Orvalho das Flores, e plantou 100 mil pés de seringueira. “Agora é cuidar da produção para o dinheiro investido também crescer”, diz.</p>
<p><em>Fonte: IstoÉ Dinheiro Rural</em></p>
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		<title>Como são formados os preços da borracha?</title>
		<link>http://www.seringueira.com/como-sao-formados-os-precos-da-borracha/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jun 2012 14:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eduardoabs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Devido aos altos e baixos dos preços internacionais nos últimos meses muito produtores nos procuraram confusos sobre como é formado o preço da borracha natural. Por isso resolvemos publicar este artigo com as explicações. Primeiro, é importante destacar que o<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/como-sao-formados-os-precos-da-borracha/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/como-sao-formados-os-precos-da-borracha/">Como são formados os preços da borracha?</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Devido aos altos e baixos dos preços internacionais nos últimos meses muito produtores nos procuraram confusos sobre como é formado o preço da borracha natural. Por isso resolvemos publicar este artigo com as explicações.</p>
<p>Primeiro, é importante destacar que o setor conta com um preço de referência, o preço do Granulado Escuro Brasileiro (GEB). Este produto é o principal dentre os compostos produzidos pelo setor e muito utilizado pelas indústrias de artefatos leves e pneumáticas na produção de artigos como: pneus, componentes automotivos, pisos e mangueiras industriais.</p>
<p>Desde 1992 a Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha (APABOR) desenvolveu uma metodologia de cálculo, conhecida como Referência APABOR (veja mais detalhes no link), a fim de dar transparência ao processo de formação de preços. A Referência APABOR foi a base para o método criado pelas indústrias e que hoje é usado para definir a cotação do GEB.  Este cálculo consiste em uma  combinação da média bimestral dos preços do composto TSR20, na bolsa de Cingapura, com os custos de internalização, ou seja, o que é gasto para importar o produto para o Brasil. Veja o quadro abaixo:</p>
<p><img alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-LwBYBdzgYYE/T9c6NnjrFYI/AAAAAAAAA4s/ARzGr3eS9cc/s1600/Untitled-1.gif" title="Preços da Borracha" class="aligncenter" width="367" height="250" /></p>
<p>Aqui temos o exemplo de como foi calculado o valor do GEB para os meses de Junho e Julho. A volatilidade fica a cargo principalmente das médias bimestrais das cotações do dólar e da TSR20. Por isso em nossos artigos semanais, sempre destacamos o comportamento destes dois componentes. Outros custos como impostos e encargos financeiros também contribuem para a formação do preço.</p>
<p>Os bimestres de fechamento do valor do GEB são:</p>
<p>- DEZ/JAN<br />
- FEV/MAR<br />
- ABR/MAI<br />
- JUN/JUL<br />
- AGO/SET<br />
- OUT/NOV</p>
<p>Os valores do GEB e da Referência APABOR são publicados bimestralmente no site da Associação: (http://www.apabor.org.br).</p>
<p>Agora se você já quer ir programando suas vendas com base no que vai acontecer no próximo bimestre, uma boa fonte de cotações diárias para o TSR20 é o site: http://www.borrachanatural.agr.br uma referência para todo o setor. A assinatura do site é &#8220;obrigatória&#8221; para o produtor de borracha que quer se manter informado. As cotações podem ser acessadas gratuitamente na página principal do site, que conta ainda com vasto material informativo e preciosas publicações semanais sobre o mercado (disponíveis apenas para seus assinantes). A qualidade da informação torna o preço da assinatura irrisório, vale cada centavo. Fica a dica!</p>
<p>Uma vez definido o preço do GEB, as beneficiadoras calculam o preço que vai ser pago pelo coágulo no campo aplicando o rendimento do coágulo, o famoso TBS (Teor de Borracha Seca) ou, em inglês, DRC (Dry Rubber Content). O valor padrão do mercado é o 53%. Caso a borracha contenha mais ou menos água o valor pode subir ou descer (quanto mais seca a borracha maior o DRC e vice versa).</p>
<p>Uma vez calculado o rendimento (GEB x DRC) é hora da Beneficiadora descontar os seus custos, o que gera a também famosa e polêmica &#8220;Taxa de Participação do Produtor&#8221;. Esta taxa varia de acordo com a época do ano e com a concorrência pela compra da borracha. Seu valor médio gira em torno de 70% a 75%, podendo atingir níveis maiores ou menores de acordo com cada negociação. O site Borracha Natural conta com um gráfico interessante da variação desta taxa nos últimos anos.</p>
<p>A equação final fica assim:</p>
<blockquote><p>MÉDIA BIMESTRAL TSR20 * CAMBIO * TAXA DE INTERNALIZAÇÃO * DRC * PARTICIPAÇÃO = PREÇO DO COÁGULO
</p></blockquote>
<p>Fica aqui uma reflexão. Já é consenso entre os analistas do mercado que uma participação muito elevada do produtor tende a enfraquecer não só as beneficiadoras como todo o setor. Por quê? Por que para a indústria é indiferente comprar no Brasil ou importar, ora, eles já importam 70% da borracha que consomem. </p>
<p>Por sua vez, estas indústrias exigem do produto brasileiro o mesmo padrão de qualidade que recebem com o produto importado. Para atender estas exigências são necessários laboratórios, técnicos, tecnologias e processos que exigem altos investimentos. Não fosse pelo investimento que algumas beneficiadoras fizeram nos últimos anos o Brasil não teria como atender as especificações técnicas (cada vez mais exigentes) destas indústrias, o que por sua vez aniquilaria o setor. Ou seja, taxas muito elevadas de participação tiram o capital de reinvestimento das usinas e, por fim, prejudicam a competitividade do nosso produto. O produtor começa a &#8220;dar um tiro em seu próprio pé&#8221;.</p>
<p>O produtor certamente merece um bom preço. Mas devemos sempre pensar em remunerar toda a cadeia produtiva, desde o seringueiro até a beneficiadora, para que assim tenhamos um futuro próspero para nosso setor. A palavra certa é: equilíbrio.</p>
<p>Boas colheitas e bons negócios a todos!</p>
<p><em>Fonte: Diogo Esperante (Santa Helena Agrícola)</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Governo lança polo de seringueira para atender agricultores familiares</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jun 2012 14:46:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Chagas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Agrário, apresentou na manhã desta sexta-feira, 15, o programa de fomento ao plantio O governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Agrário,<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/governo-lanca-polo-de-seringueira-para-atender-agricultores-familiares/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/governo-lanca-polo-de-seringueira-para-atender-agricultores-familiares/">Governo lança polo de seringueira para atender agricultores familiares</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Agrário, apresentou na manhã desta sexta-feira, 15, o programa de fomento ao plantio</strong></p>
<p>O governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Agrário, apresentou na manhã desta sexta-feira, 15, o programa de fomento ao plantio de seringueira no Tocantins, com o lançamento do polo de produção da seringueira, na microrregião do Cantão.</p>
<p>O lançamento aconteceu, no auditório da Faculdade Antônio Propício Aguiar, na cidade de Pium, conhecida como a região do Cantão. O programa, nesta primeira fase atenderá 1.200 agricultores familiares de três microrregiões do Estado, Cantão, Meio-Norte e Sudeste.</p>
<p>Para o secretário da Agricultura Jaime Café, essa é uma atividade econômica que é altamente rentável, principalmente para a agricultura familiar. “A cultura da seringueira é mais uma oportunidade de geração de renda para os pequenos produtores. Para tanto, o governo do Estado lança estes três polos de produção no intuito de estimular essa cadeia produtiva do agronegócio tocantinense”, destacou.</p>
<p>Ao fazer a apresentação dos polos, o Secretário pontuou as fases de implantação do programa mostrando, em detalhes, o funcionamento desta primeira etapa que vai até 2015. “Atualmente o Estado possui 1.840 hectares de seringueira plantados, mas nestes próximos três anos queremos aumentar para mais de cinco mil hectares. A nossa intenção é propiciar às propriedades rurais uma renda mensal previsível e com isso melhorar a qualidade de vida do homem no campo e reduzir o êxodo rural”, disse o secretário Jaime Café.</p>
<p>Segundo o superintende de Energias Limpas, da Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Olímpio Mascarenhas, estes polos que estão sendo lançados são mais um compromisso do governo do Estado em promover atividade de geração de renda para o homem do campo. “É um programa que além de ser mais uma alternativa na geração de economia, busca também a inclusão social na sustentabilidade ambiental”, enfatizou.</p>
<p><strong>Segmento</strong></p>
<p>Para o andamento das ações de execução dos polos, existe um cronograma a ser seguido para os próximos anos: capacitação, gestão e logística infraestrutura e acompanhamento. Para tanto, a Seagro firmou uma parceria com a Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, o Ruraltins – Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins, Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio as Micros e Pequenas Empresas e o Senar – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural. Os próximos polos serão implantados em Natividade no mês de agosto e, em Santa Fé, em setembro.</p>
<p><em>Fonte: Surgiu.com.br</em></p>
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		<title>O novo Seringueira.com estréia com uma matéria exclusiva da Fazenda Santa Sofia, a primeira a trazer a heveicultura a SP</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jun 2012 16:03:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eduardoabs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Estamos lançando nosso novo site, com uma matéria exclusiva cedida gentilmente por Eros Santiago, bisneto de Coronel José Procópio de Araujo Ferraz, o homem que implantou a seringueira no estado de São Paulo, em 1915. &#8220;Meu avô, Luiz Procópio de Araujo<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/fazendasantasofia/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/fazendasantasofia/">O novo Seringueira.com estréia com uma matéria exclusiva da Fazenda Santa Sofia, a primeira a trazer a heveicultura a SP</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos lançando nosso novo site, com uma matéria exclusiva cedida gentilmente por Eros Santiago, bisneto de Coronel José Procópio de Araujo Ferraz, o homem que implantou a seringueira no estado de São Paulo, em 1915.</p>
<div id="attachment_551" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.seringueira.com/fazendasantasofia/olympus-digital-camera/" rel="attachment wp-att-551"><img src="http://www.seringueira.com/wp-content/uploads/Casarao_Santa_Sofia-1024x768.jpg" alt="" title="Casarão da fazenda Santa Sofia" width="550" height="412" class="size-large wp-image-551" /></a><p class="wp-caption-text">Casarão da fazenda Santa Sofia, construído no Séc. 18</p></div>
<blockquote><p>&#8220;Meu avô, Luiz Procópio de Araujo Ferraz, juntamente com minha avó, foi um dos idealizadores do sonho e do projeto de Coronel José Procópio de Araujo Ferraz, meu bisavô. Luiz contribuiu muito para o trabalho do pai, fez divulgação e toda a panfletagem em avião da época, além da distribuição e fornecimento de sementes e de látex juntamente com o pai. Era o único dos filhos que trabalhava na fazenda e colaborou para os seus ideais diariamente. O seringal era seu maior orgulho.&#8221;</p></blockquote>
<div id="attachment_531" class="wp-caption alignleft" style="width: 217px"><a href="http://www.seringueira.com/fazendasantasofia/coronel_jose_procopio_de_araujo_ferraz/" rel="attachment wp-att-531"><img class="size-medium wp-image-531" title="Coronel Jose Procopio De Araujo Ferraz" src="http://www.seringueira.com/wp-content/uploads/Coronel_Jose_Procopio_De_Araujo_Ferraz-207x300.jpg" alt="" width="207" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Coronel José Procópio de Araujo Ferraz Introdutor das seringueiras em São Paulo</p></div>
<div id="attachment_557" class="wp-caption alignright" style="width: 190px"><a href="http://www.seringueira.com/fazendasantasofia/neta_do_coronel_reportagem/" rel="attachment wp-att-557"><img class="size-medium wp-image-557" title="Neta do Coronel Reportagem" src="http://www.seringueira.com/wp-content/uploads/Neta_do_Coronel_Reportagem-180x300.jpg" alt="" width="180" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Vera Cristina Procópio Ferraz, neta, exibindo sementes em 1951</p></div>
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<div id="attachment_580" class="wp-caption aligncenter" style="width: 919px"><a href="http://www.seringueira.com/fazendasantasofia/familia_sangradores/" rel="attachment wp-att-580"><img src="http://www.seringueira.com/wp-content/uploads/Familia_Sangradores.jpg" alt="" title="Famílas que trabalhavam na extração na época" width="909" height="661" class="size-full wp-image-580" /></a><p class="wp-caption-text">Famílas que trabalhavam na extração na época</p></div>
<blockquote><p>&#8220;O Cel José Procópio de Araujo Ferraz implantou na fazenda Santa Sofia as seringueiras por volta dos anos 1915/16 em contato com Marechal Rondon, que enviou as primeiras mudas.&#8221;</p></blockquote>
<div id="attachment_576" class="wp-caption aligncenter" style="width: 1012px"><a href="http://www.seringueira.com/fazendasantasofia/seringal_1940/" rel="attachment wp-att-576"><img src="http://www.seringueira.com/wp-content/uploads/Seringal_1940.jpg" alt="" title="O seringal por volta de 1940" width="1002" height="690" class="size-full wp-image-576" /></a><p class="wp-caption-text">O seringal por volta de 1940</p></div>
<div id="attachment_578" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.seringueira.com/fazendasantasofia/olympus-digital-camera-2/" rel="attachment wp-att-578"><img src="http://www.seringueira.com/wp-content/uploads/Seringal_hoje-1024x768.jpg" alt="" title="Seringal da Faz Santa Sofia nos dias de hoje" width="550" height="412" class="size-large wp-image-578" /></a><p class="wp-caption-text">Seringal da Faz Santa Sofia nos dias de hoje</p></div>
<blockquote><p>&#8220;Meu bisavô cresceu, fez os enxertos e mudas. Expandiu para outros estados e também dentro de São Paulo, e até os dias de hoje, as sementes das seringueiras da fazenda Santa Sofia são fornecidas para o nosso e outros estados.&#8221;</p></blockquote>
<div id="attachment_554" class="wp-caption alignleft" style="width: 228px"><a href="http://www.seringueira.com/fazendasantasofia/carta_marechal_rondon/" rel="attachment wp-att-554"><img class="size-medium wp-image-554" title="Carta de Marechal Rondon" src="http://www.seringueira.com/wp-content/uploads/Carta_Marechal_Rondon-218x300.jpg" alt="" width="218" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Carta de Marechal Rondon de 1915 endereçada ao Coronel</p></div>
<div id="attachment_555" class="wp-caption alignright" style="width: 278px"><a href="http://www.seringueira.com/fazendasantasofia/reportagem_jornal_folha_da_manha/" rel="attachment wp-att-555"><img class="size-medium wp-image-555" title="Reportagem Jornal Folha da Manhã" src="http://www.seringueira.com/wp-content/uploads/Reportagem_Jornal_Folha_da_Manha-268x300.jpg" alt="" width="268" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Reportagem Jornal Folha da Manhã em 1942</p></div>
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<blockquote><p>&#8220;Meus avós que moravam na fazenda recebiam sempre algum consul de outro país, políticos, vice-governadores, inclusive a visita de Jânio Quadros.&#8221;</p></blockquote>
<div id="attachment_562" class="wp-caption alignleft" style="width: 269px"><a href="http://www.seringueira.com/fazendasantasofia/telegrama_janio_quadros/" rel="attachment wp-att-562"><img class="size-medium wp-image-562" title="Telegrama de Jânio Quadros" src="http://www.seringueira.com/wp-content/uploads/Telegrama_Janio_Quadros-e1339687061780-289x300.jpg" alt="" width="259" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Telegrama de Jânio Quadros</p></div>
<div id="attachment_563" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><a href="http://www.seringueira.com/fazendasantasofia/medicao_arvores/" rel="attachment wp-att-563"><img class="size-medium wp-image-563" title="Medição e numeração das árvores" src="http://www.seringueira.com/wp-content/uploads/Medicao_Arvores-e1339687317163-300x289.jpg" alt="" width="250" height="289" /></a><p class="wp-caption-text">Medição e numeração das árvores</p></div>
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<div id="attachment_573" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.seringueira.com/fazendasantasofia/neto_observando_extracao/" rel="attachment wp-att-573"><img src="http://www.seringueira.com/wp-content/uploads/Neto_Observando_Extracao-1024x723.jpg" alt="" title="Neto Observando Extração do Látex" width="550" height="388" class="size-large wp-image-573" /></a><p class="wp-caption-text">Neto Observando Extração do Látex</p></div>
<blockquote><p>&#8220;Meu bisavô Coronel José Procópio de Araujo Ferraz era grande empreendedor e fazendeiro. Foi uma figura ilustre e sempre homenageado pois contribuiu muito para o crescimento do país. Ainda são feitas homenagens para ele nos dias de hoje.&#8221;</p></blockquote>
<div id="attachment_588" class="wp-caption alignleft" style="width: 217px"><a href="http://www.seringueira.com/fazendasantasofia/extracao_borracha/" rel="attachment wp-att-588"><img src="http://www.seringueira.com/wp-content/uploads/Extracao_Borracha-207x300.jpg" alt="" title="Extração da Borracha" width="207" height="300" class="size-medium wp-image-588" /></a><p class="wp-caption-text">Extração da Borracha</p></div>
<div id="attachment_587" class="wp-caption alignright" style="width: 227px"><a href="http://www.seringueira.com/fazendasantasofia/familia_luiz/" rel="attachment wp-att-587"><img src="http://www.seringueira.com/wp-content/uploads/Familia_Luiz-e1339689614781-217x300.jpg" alt="" title="Família" width="217" height="300" class="size-medium wp-image-587" /></a><p class="wp-caption-text">Luiz Procópio Ferraz (filho do coronel) e sua esposa Leonor Jorge Ferraz com seus filhos Vera Cristina Procópio Ferraz Santiago e José Luiz Procópio.</p></div>
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<p>O <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com</a> deixa aqui seu profundo agradecimento a todos da família envolvidos nesta bela história e por todo o avanço gerado no mundo da heveicultura a partir dessa data.</p>
<div id="attachment_581" class="wp-caption aligncenter" style="width: 920px"><a href="http://www.seringueira.com/fazendasantasofia/prensa_retiragem_agua/" rel="attachment wp-att-581"><img src="http://www.seringueira.com/wp-content/uploads/Prensa_Retiragem_Agua.jpg" alt="" title="Prensa para retiragem da água" width="910" height="662" class="size-full wp-image-581" /></a><p class="wp-caption-text">Prensa para retiragem da água e posteriormente passagem em outro clindro para afinar e assim fazer a secagem</p></div>
<div id="attachment_592" class="wp-caption aligncenter" style="width: 1011px"><a href="http://www.seringueira.com/fazendasantasofia/secagem_mantas/" rel="attachment wp-att-592"><img src="http://www.seringueira.com/wp-content/uploads/Secagem_Mantas.jpg" alt="" title="Secagem das mantas" width="1001" height="694" class="size-full wp-image-592" /></a><p class="wp-caption-text">Secagem das mantas</p></div>
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<p><em>Fonte: Eros Santiago, bisneto</em></p>
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		<title>Primeira ferramenta do mundo para extrair látex é lançada em São Paulo</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 12:38:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seringueira]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Faca automatizada agiliza a sangria nos seringais e já está sendo comercializada Uma ferramenta inédita para extrair látex foi apresentada em São Paulo. Com o nome de FAS2, a nova faca automatizada promete revolucionar a atividade. &#8220;A sangria é muito<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/primeira-ferramenta-do-mundo-para-extrair-latex-e-lancada-em-sao-paulo/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/primeira-ferramenta-do-mundo-para-extrair-latex-e-lancada-em-sao-paulo/">Primeira ferramenta do mundo para extrair látex é lançada em São Paulo</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Faca automatizada agiliza a sangria nos seringais e já está sendo comercializada</strong></p>
<p>Uma ferramenta inédita para extrair látex foi apresentada em São Paulo. Com o nome de FAS2, a nova faca automatizada promete revolucionar a atividade. &#8220;A sangria é muito difícil e incômoda. Foi pensando em melhorar as condições dos trabalhadores, que desenvolvi o equipamento com ergonomia adequada para os seringueiros&#8221;, diz Gimário Libório, empresário que desenvolveu o produto.</p>
<p>A FAS2 possui um mecanismo inteligente, que trava ao entrar no cerne da árvore, alcança 98% dos vasos da planta, com amplo aproveitamento dela. O método tradicional, de sangria manual, aproveita 60% dos vasos. Outra vantagem oferecida do produto é a agilidade. Enquanto um trabalhador sangra três árvores por minuto, a máquina sangra dez.</p>
<p>De acordo com Libório, a FAS2 é muito fácil de ser manuseada e vai possibilitar que o trabalhador seja capacitado em apenas um dia. Hoje são gastos três meses para tornar um trabalhador apto para a prática da sangria. O produto foi testado por seis meses em diversos seringais brasileiros e já está disponível para ser comercializado. A sugestão de preço ao consumidor final oscila entre R$ 3,4 mil e R$ 3,8 mil.</p>
<p>&#8220;O reconhecimento da ferramenta desenvolvida pelo empreendedor é resultado de um planejamento que contou com a participação do Sebrae em todas as etapas&#8221;, diz José Carlos Cavalcante, gerente do Sebrae regional de Presidente Prudente.</p>
<p>Fonte: <em>Globo Rural &#8211; Luciana Franco</em></p>
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		<title>Agricultores serão beneficiados com incentivo à cultura de seringueira</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 12:01:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seringueira]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A capacitação será realizada pela Seagro, em parceria com o Ruraltins, Basa e Embrapa Extensionistas rurais do Ruraltins – Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins, técnicos do Banco da Amazônia e de empresas prestadoras de serviços de assistência técnica, reúnem-se<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/agricultores-serao-beneficiados-com-incentivo-a-cultura-de-seringueira/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/agricultores-serao-beneficiados-com-incentivo-a-cultura-de-seringueira/">Agricultores serão beneficiados com incentivo à cultura de seringueira</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.seringueira.com/br/wp-content/uploads/2012/03/Agricultores-serão-beneficiados-com-incentivo-à-cultura-de-seringueira.jpeg"><img src="http://www.seringueira.com/br/wp-content/uploads/2012/03/Agricultores-serão-beneficiados-com-incentivo-à-cultura-de-seringueira-300x194.jpg" alt="" title="Agricultores serão beneficiados com incentivo à cultura de seringueira" width="300" height="194" class="alignnone size-medium wp-image-449" /></a></p>
<p><strong>A capacitação será realizada pela Seagro, em parceria com o Ruraltins, Basa e Embrapa</strong></p>
<p>Extensionistas rurais do Ruraltins – Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins, técnicos do Banco da Amazônia e de empresas prestadoras de serviços de assistência técnica, reúnem-se de 19 a 23 de março para um curso de capacitação voltado para a cultura da seringueira. O cronograma foi definido, nesta quinta-feira, 1º, durante reunião na Superintendência do Banco da Amazônia, em Palmas.</p>
<p>O curso faz parte de um projeto de incentivo ao cultivo da seringueira e tem como objetivo consolidar todas as informações referentes à produção e ainda trabalhar a elaboração de projetos. A capacitação será realizada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Agrário em parceria com o Ruraltins, Banco da Amazônia e Embrapa.</p>
<p>De acordo com o Presidente do Ruraltins, Olimpio Mascarenhas, além de capacitar os técnicos, a iniciativa pretende incentivar os agricultores familiares a trabalhar na atividade, promover a geração de renda e fixar o homem no campo. “Depois da capacitação os técnicos vão fazer um diagnóstico nas cidades de Divinópolis, Marianópolis, Pium e Barrolândia, para identificar quais são as propriedades com potencial para o cultivo da seringueira. A meta é beneficiar agricultores em todo Estado, mas nesse primeiro momento serão beneficiados 150 produtores da região central”, disse.</p>
<p>O Superintendente do Banco da Amazônia, Donizete Borges de Campo, acredita que o plantio da seringueira é uma excelente opção para os agricultores familiares. “O Banco é um dos grandes apoiadores do Governo do Estado no incentivo à atividade. Por meio de recursos do Pronaf – Programa Nacional da Agricultura Familiar vamos liberar linhas de crédito especificas para os produtores interessados nessa cultura. O mercado é muito promissor, uma área plantada de 1,5 hectares pode render até R$ 3 mil por mês às famílias”, destacou.</p>
<p><strong>Projeto de incentivo</strong></p>
<p>O Projeto de incentivo ao cultivo da seringueira, na primeira etapa, pretende plantar 300 hectares de área com agricultores familiares, sendo que em cada hectare serão plantadas 520 mudas. A retirada do látex acontece a partir do 5º ano de vida da árvore.</p>
<p>A Seringueira é uma árvore de espécie perene, de rápido crescimento e ainda pode ser cultivada em consórcio com outras culturas, como abacaxi, açaí, banana, para que o agricultor tenha renda até que o seringal entre na fase produtiva.</p>
<p><em>Fonte: Lúcia Brito/Ruraltins</em></p>
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		<title>Vila Rica promoverá o dia especial da seringueira</title>
		<link>http://www.seringueira.com/vila-rica-promovera-o-dia-especial-da-seringueira/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 13:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seringueira]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O município de Vila Rica promoverá no dia 02 de março o dia especial da seringueira. Palestrantes de varias entidades confirmaram participação no evento. O dia especial acontecerá no Centro de Tradições Gaúchas (CTG). A programação começa às 07 horas<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/vila-rica-promovera-o-dia-especial-da-seringueira/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/vila-rica-promovera-o-dia-especial-da-seringueira/">Vila Rica promoverá o dia especial da seringueira</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O município de Vila Rica promoverá no dia 02 de março o dia especial da seringueira. Palestrantes de varias entidades confirmaram participação no evento. O dia especial acontecerá no Centro de Tradições Gaúchas (CTG).<br />
A programação começa às 07 horas e 30 minutos, com inscrições e café da manhã, seguindo, as 08:00 horas, abertura com  a presença de autoridades; 09:00 horas, palestra com Engenheiro Agrônomo da Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (EMPAER), que irá falar sobre produção de mudas de seringueira; 09:00 horas e 45 minutos, palestra com o diretor presidente  da Agro Industrial Ituberá, Charles Pryl; As 10 horas e 30 minutos,o engenheiro Agrônomo MS Fernando Cesar O da Silva da CEPLAC-MT, ministrará sobre o consórcio de cacau x seringueira; As 11 horas e 20 minutos, a palestra será sobre financiamento para seringueira, com Edson Anelli, gerente de negócios de DRS do Banco do Brasil/S/A.</p>
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		<title>Produtor de Sucesso: Hora da Seringueira</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 13:32:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Borges</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Produtor percebeu a necessidade de mudanças no perfil pecuário da sua propriedade Em sintonia com as tendências do agronegócio, que está cada vez mais aliado ao avanço florestal, a Rural Centro entrevistou esta semana, para a Série Produtor de Sucesso,<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/produtor-de-sucesso-hora-da-seringueira/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/produtor-de-sucesso-hora-da-seringueira/">Produtor de Sucesso: Hora da Seringueira</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Produtor percebeu a necessidade de mudanças no perfil pecuário da sua propriedade</strong></p>
<p>Em sintonia com as tendências do agronegócio, que está cada vez mais aliado ao avanço florestal, a Rural Centro entrevistou esta semana, para a Série Produtor de Sucesso, Antônio Pérez, importante produtor do Mato Grosso do Sul, formado desde 1985 em Agronomia a pela ESALQ – USP (Escola Superior de Agricultura &#8220;Luiz de Queiroz&#8221; da Universidade de São Paulo), que percebeu a necessidade de mudanças no perfil pecuário da sua propriedade.</p>
<p>A família de Pérez possui três propriedades rurais: uma situada em Santa Rita do Pardo/MS e as outras duas no interior paulista: Junqueirópolis e Vera Cruz.</p>
<p>Antônio conta que já mais de 15 anos trabalha com seringueira em pequena escala e que há cerca de quatro anos trouxe o cultivo da árvore para o Mato Grosso do Sul, após um estudo de custo e rentabilidade em sistemas deste tipo de produção.</p>
<p>“Em São Paulo, sempre trabalhei com café e nesta propriedade plantei 11 hectares de seringueira, atualmente em produção”, comenta. Já nas terras sul-mato-grossense, onde predomina a pecuária, a mudança exigiu alguns contratempos.</p>
<p><strong>Dificuldades</strong></p>
<p>Durante todos estes anos, a família Pérez passou por duas divisões. Com isso surgiu a necessidade equilibrar o caixa, aumentar a produção, diminuir gastos, formar uma gestão mais profissional em todas as propriedades, introduzindo mudanças inclusive na cultura do pessoal.</p>
<p>As dificuldades não pararam por aí, dentro de todo este processo a agricultura para ser introduzida principalmente em uma propriedade com perfil pecuário exigiu (e exige) muitas mudanças.</p>
<p>Pérez explica que a velocidade e o risco da pecuária são muito menores, já a agricultura é dinâmica e implacável. Este paradoxo no tempo requer muita organização e orientação.</p>
<p><strong>Custo de Produção</strong></p>
<p>O custo de produção é variável. Nos dois primeiros anos o custo é alto.</p>
<p>Segundo o produtor, é preciso considerar o custo de aquisição das mudas, hoje em torno de R$ 5 a 6/cada</p>
<p>Além disso, há o custo de preparo do terreno, abertura de covas, plantio, adubação, condução, controle do mato, formigas, desbrotas etc&#8230; podem fazer chegar a R$ 10 a R$ 15,00 por muda em dois anos.</p>
<p>Dica do produtor – Caminho para o Sucesso</p>
<p><strong>Planos Futuros</strong></p>
<p>“Eu pretendo expandir aos poucos até formar um módulo não mais que 150 ha.</p>
<p>Entendo que o módulo ideal é aquele que justifica o investimento e, para mim, o mais importante ainda é um tamanho de módulo no qual eu possa dar conta de administrar.</p>
<p>Coisas muito grandes são para empresas e estruturadas. Por isso eu tenho como lema ir até onde eu alcanço, subindo um degrau de cada vez”, afirma Antônio.</p>
<p>A dica de Antônio é simples e objetiva: Antes de entrar em qualquer atividade que não está familiarizado, procure um bom profissional, vá visitar quem faz bem e quem faz mal também.</p>
<p>Converse com estas pessoas, perca tempo com esta troca de experiências, pois somente assim o produtor evita passar pelas dificuldades as quais os outros já passaram. Isso vale muito, ganha tempo e evita transtornos.</p>
<p>Além disso, o produtor aconselha a quem for entrar neste setor, que avalie bem o seu potencial e não dê o passo maior que a perna.</p>
<p>“Procure fazer menos e bem feito e só inicie se todos os fatores de processo estiverem sob seu controle. Faça bem feito, plante um pomar sem falhas, pois um pomar é para 50 anos e se você começar errado vai amarar isto pela vida toda”, afirma.</p>
<p>O mercado é muito promissor, a atividade remunera bem tanto o investidor como o trabalhador. Portanto, traz benefício a todos.</p>
<p>Antônio deixa um pensamento ambiental, totalmente em linha com a atual realidade: “Nunca pense estou velho para isso, plante para você, para seu filho, para seu neto, em fim as gerações futuras vão agradecer muito”.</p>
<p><em>Fonte: Rural Centro</em></p>
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		<title>Seagro e Heveatins realizam plantio de seringueira para Agrotins 2012</title>
		<link>http://www.seringueira.com/seagro-e-heveatins-realizam-plantio-de-seringueira-para-agrotins-2012/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 23:55:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seringueira]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O canteiro experimental servirá de vitrine tecnológica para divulgação da silvicultura na Agrotins 2012, que será realizada de 8 a 12 de maio, e terá a Irrigação como tema principal. A Secretaria da Agricultura, da Pecuária e do Desenvolvimento Agrário,<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/seagro-e-heveatins-realizam-plantio-de-seringueira-para-agrotins-2012/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/seagro-e-heveatins-realizam-plantio-de-seringueira-para-agrotins-2012/">Seagro e Heveatins realizam plantio de seringueira para Agrotins 2012</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O canteiro experimental servirá de vitrine tecnológica para divulgação da silvicultura na Agrotins 2012, que será realizada de 8 a 12 de maio, e terá a Irrigação como tema principal. </strong></p>
<p>A Secretaria da Agricultura, da Pecuária e do Desenvolvimento Agrário, por meio da Diretoria de Desenvolvimento Agropecuário, em parceria com a empresa tocantinense Heveatins, realiza nesta terça-feira, 07, a partir das 8h30, o plantio de um hectare de seringueira no Centro Agrotecnológico de Palmas. O canteiro experimental servirá de vitrine tecnológica para divulgação da silvicultura na Agrotins 2012, que será realizada de 8 a 12 de maio, e terá a Irrigação como tema principal.</p>
<p>Segundo levantamento da Subsecretaria de Produção de Energias Limpas, em todo o Tocantins são 1.820 hectares cultivados com seringueira, com maior concentração na região Sul, no município de Palmeirópolis.</p>
<p>De acordo com o engenheiro agrônomo da Seagro, Luiz Vieira, depois do eucalipto, a seringueira é a espécie que mais cresce na preferência dos silvicultores. A partir do quinto ano, já pode ser iniciada a retirada do látex, matéria prima que tem mercado garantido em todo o mundo. “O Brasil passou de maior produtor mundial a importador, tendo uma produção muito menor que a demanda interna, obrigando o país a comprar 60% do que consome, cerca de US$ 90 milhões”, pontua o engenheiro agrônomo.</p>
<p><img src="http://www.portaldoagronegocio.com.br/imagem.php?w=300&#038;h=500&#038;imagem=n_0702_936821294.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Seringueira</strong></p>
<p>A seringueira é uma espécie perene, de rápido crescimento, com baixa perecividade a curto e médio prazo e ainda pode ser cultivada associada a outras culturas. “Enfim, uma cultura com grande potencial econômico aliada à preservação ambiental”, completa o engenheiro agrônomo da Seagro.</p>
<p>A Hevea brasiliensis Muell é uma planta nativa da região amazônica que tem sido utilizada na implantação de sistemas agroflorestais com a aplicação de técnicas alternativas de uso da terra, combinando espécies florestais com cultivo agrícola e atividades pecuárias. É uma opção de utilização de mão de obra familiar, com a ocupação de áreas relativamente pequenas e que se adapta à variadas condições de solo e relevo.</p>
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		<title>Seringueira ocupa área do gado em São Paulo</title>
		<link>http://www.seringueira.com/seringueira-ocupa-area-do-gado-em-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 23:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seringueira]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Esquecidas durante décadas, as seringueiras voltam a atrair investimentos. Preço alto, demanda firme e o deficit no mercado de borracha incentivam o plantio, principalmente em São Paulo, informa reportagem de Tatiana Freitas publicada na Folha desta sexta-feira. A área plantada<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/seringueira-ocupa-area-do-gado-em-sao-paulo/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/seringueira-ocupa-area-do-gado-em-sao-paulo/">Seringueira ocupa área do gado em São Paulo</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esquecidas durante décadas, as seringueiras voltam a atrair investimentos. Preço alto, demanda firme e o deficit no mercado de borracha incentivam o plantio, principalmente em São Paulo, informa reportagem de Tatiana Freitas publicada na Folha desta sexta-feira.</p>
<p>A área plantada com seringueiras no Estado cresceu 81% entre 2000 e 2010, segundo dados mais recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O ritmo de crescimento é bem superior à média nacional (34%).</p>
<p>A expansão continua e ocorre em áreas de pasto. Assim como a cana, as seringueiras expulsam o gado para regiões onde a terra é mais barata, como o Nordeste.</p>
<p>A Agropecuária Jacarezinho começou a substituir gado por seringueira em 2007, em Valparaíso (SP). &#8220;Já plantamos 162 mil pés em 297 hectares. Vamos chegar a 200 mil árvores em 2013 e reavaliar novos plantios&#8221;, diz Renato Plachi, gerente agrícola.</p>
<p>Praticamente todo o rebanho da Jacarezinho, hoje em 38 mil bovinos, foi para o oeste da Bahia &#8211;só restam 2.000 em São Paulo.</p>
<p><a href="http://www.seringueira.com/br/wp-content/uploads/2012/02/seringueira_ocupada_area_do_gado.jpeg"><img src="http://www.seringueira.com/br/wp-content/uploads/2012/02/seringueira_ocupada_area_do_gado-300x285.jpg" alt="" title="seringueira_ocupada_area_do_gado" width="300" height="285" class="alignnone size-medium wp-image-429" /></a></p>
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		<title>Curso de Sangria em fevereiro</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 17:13:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Borges</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Curso de Sangria em Tabapuã O Sindicato Rural de Tabapuã realizará um curso de sangria (seringueira) no início de fevereiro. Os interessados devem entrar em contato diretamente com o sindicato. Sindicato Rural de Tabapuã &#8211; SENAR-AR/SP Edite de Souza Luiz<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/curso-de-sangria-em-fevereiro/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/curso-de-sangria-em-fevereiro/">Curso de Sangria em fevereiro</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Curso de Sangria em Tabapuã</p>
<p>O Sindicato Rural de Tabapuã realizará um curso de sangria (seringueira) no início de fevereiro.</p>
<p>Os interessados devem entrar em contato diretamente com o sindicato.</p>
<p>Sindicato Rural de Tabapuã &#8211; SENAR-AR/SP<br />
Edite de Souza Luiz<br />
Coordenadora de Projetos<br />
(17) 3562-1426<br />
(17) 3562-1790<br />
Av. Rodolfo Baldi, 902<br />
Tabapuã-SP</p>
<p>O curso é gratuito.</p>
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		<title>CDA realiza encontro técnico sobre Seringueira em Barretos</title>
		<link>http://www.seringueira.com/cda-realiza-encontro-tecnico-sobre-seringueira-em-barretos/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 20:48:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seringueira]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Agricultura e Abastecimento, através da Coordenadoria de Defesa Agropecuária, realiza nos dias 24 e 25 de novembro em Barretos-SP, o II Encontro Técnico de Heveicultura, com o objetivo de discutir e atualizar informações sobre a cultura. O<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/cda-realiza-encontro-tecnico-sobre-seringueira-em-barretos/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/cda-realiza-encontro-tecnico-sobre-seringueira-em-barretos/">CDA realiza encontro técnico sobre Seringueira em Barretos</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Agricultura e Abastecimento, através da Coordenadoria de Defesa Agropecuária, realiza nos dias 24 e 25 de novembro em Barretos-SP, o II Encontro Técnico de Heveicultura, com o objetivo de discutir e atualizar informações sobre a cultura. O evento contará com a presença de Mônika Bergamaschi, secretaria da pasta e dos maiores especialistas em seringueira do país.</p>
<p>Com mais de 80.000 ha de seringueiras, o estado de São Paulo contribui com 55% da produção de borracha natural produzida no Brasil, evidenciando a crescente importância no suprimento de borracha para a indústria nacional, conferindo ao Estado a condição de primeiro produtor de borracha natural do Brasil.</p>
<p>Segundo Paulo Fernando de Brito, diretor do Escritório de Defesa Agropecuária de Barretos e coordenador do evento “os palestrantes trarão informações importantes sobre o mercado da borracha natural, pragas e doenças e informações recentes da pesquisa sobre produção de mudas, pois o setor passa por um bom momento, proporcionando boa produtividade aos produtores”.</p>
<p>A ficha de inscrição e todas as informações estão disponíveis no site da Coordenadoria de Defesa Agropecuária – www.cda.sp.gov.br. O II Encontro Técnico de Heveicultura tem o apoio da Unifeb, Unesp Jaboticabal, Unesp Botucatu e Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente de Barretos e será realizado no anfiteatro “Jorge Andrade” da Unifeb.</p>
<p>A REGIÃO – Na região de Barretos a seringueira é uma cultura tradicional e tem importância econômica e histórica, pois está presente na região desde 1960. Merece destaque o fato de ser a única cultura que não perdeu área para a cana de açúcar nos últimos dez anos.</p>
<p>Na área do Escritório de Defesa Agropecuária (EDA) de Barretos que atende 18 municípios existem 4,2 milhões de pés de seringueira, perdendo apenas para as regionais São José do Rio Preto e General Salgado. O município de Barretos produz 1,4 milhões de pés. A seringueira é uma grande opção pra os produtores rurais, possibilitando alternativa de diversificação de cultivo e boa rentabilidade ao produtor. Segundo Brito, o valor médio recebido pelo produtor em outubro foi de R$3,50 o quilo do coágulo.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p>24 de Novembro<br />
08h00 Inscrições<br />
09h00 Cerimônia de Abertura do Evento – Heinz Otto Hellwig – Coordenador da Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo<br />
09h45 “Produção de Mudas de Seringueira em Viveiro Suspenso” – Dr. Ailton Vitor Pereira – Embrapa Goiânia/GO<br />
10h45 “Adubação da Cultura da Seringueira” – Ondino Cleante Bataglia – Consultoria Agronômica Campinas/SP<br />
14h00 “Formação de Mudas de Seringueira em Bancadas – Relato do Viveirista” &#8211; José Gilberto Pratinha – Viveirista de Paranavaí/PR<br />
14h30 “Nematóides na Cultura da Seringueira – Prevenção é Fundamental” – Prof. Dr. Pedro Luiz M. Soares – UNESP Jaboticabal/SP<br />
16h00 “Manejo de Doenças do Seringal” – Prof. Dr. Edson Luis Furtado – UNESP Botucatu/SP<br />
17h30 Debates</p>
<p>25 de Novembro<br />
08h00 Mônika Bergamaschi – Secretária de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo<br />
08h20 &#8220;Implantação da Cultura da Seringueira&#8221; &#8211; Marcos Silveira Bernardes &#8211; ESALQ USP Piracicaba/SP<br />
09h20 &#8220;Propostas para Regulamentação da Produção de Mudas de Seringueira&#8221; – Paulo Fernando de Brito EDA Barretos – Coordenadoria de Defesa Agropecuária/ SAA São Paulo<br />
10h45 &#8220;Manejo de Pragas do Seringal&#8221; – Marineide Rosa Vieira – UNESP Ilha Solteira/S<br />
14h00 &#8220;Nutrição e Exploração da Seringueira&#8221; – Adonias de Castro Virgens Filho &#8211; CEPEC &#8211; MAPA Itabuna/Bahia<br />
15h30 &#8220;Perspectivas para o Mercado de Borracha Natural&#8221; – João de Almeida Sampaio Filho &#8211; Economista Empresário Rural / Sociedade Rural Brasileira<br />
16h30 Debates<br />
17h00 Encerramento</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p>II Encontro Técnico de Heveicultura<br />
Data: 24 e 25 de novembro de 2011<br />
Horário: das 08 às 18 horas<br />
Local: Anfiteatro “Jorge Andrade” Unifeb/Barretos, Av. Prof. Roberto Frade Monte, 389 – Bairro Aeroporto, Barretos – SP (em frente ao North Shopping Barretos).</p>
<p>Fonte:<br />
<em>Assessoria de Comunicação da CDA<br />
Teresa Paranhos<br />
Tel.: (19) 3045-3350<br />
</em></p>
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		<item>
		<title>Por que plantar a seringueira?</title>
		<link>http://www.seringueira.com/por-que-plantar-a-seringueira/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 19:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seringueira]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A heveicultura tem uma rentabilidade superior a 18% ao ano. Conheça diversas vantagens de utilizar a heveicultura como alternativa de plantio no processo de compensação das emissões dos Gases de Efeito Estufa (GEE&#8217;s). 1. A seringueira é uma das plantas<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/por-que-plantar-a-seringueira/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/por-que-plantar-a-seringueira/">Por que plantar a seringueira?</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A heveicultura tem uma rentabilidade superior a 18% ao ano.</strong></p>
<p>Conheça diversas vantagens de utilizar a heveicultura como alternativa de plantio no processo de compensação das emissões dos Gases de Efeito Estufa (GEE&#8217;s).</p>
<p><a href="http://www.seringueira.com/br/wp-content/uploads/2011/11/motivo_plantar.jpg"><img src="http://www.seringueira.com/br/wp-content/uploads/2011/11/motivo_plantar.jpg" alt="" title="Por que plantar a seringueira" width="300" height="226" class="alignnone size-full wp-image-413" /></a></p>
<p>1. A seringueira é uma das plantas que mais seqüestra o carbono da atmosfera por meio da fotossíntese no processo de constituição de seu tronco, galhos e folhas, mas principalmente na produção do látex, contribuindo significativamente com a neutralização dos Gases de Efeito Estufa (GEE&#8217;s).</p>
<p>2. Um hectare de seringueira, onde se planta em média 500 árvores, gera até 10 toneladas de CO2e em um ano.</p>
<p>3. A borracha natural tem atributos técnicos (como elasticidade e resistência à abrasão) superiores às borrachas sintéticas, podendo substituí-las em prol a conseqüente diminuição do consumo de petróleo, contribuindo ainda mais com a redução das emissões dos GEE&#8217;s.</p>
<p>4. A seringueira nutre o solo, recuperando áreas degradadas pelo pasto ou outras práticas agrícolas, inclusive em terrenos com até 35% de declividade.</p>
<p>5. Originária da região Amazônica, a seringueira pode se estender por todas as regiões compreendidas entre o Trópico de Capricórnio e o Trópico de Câncer, incluindo os estados de São Paulo (maior produtor nacional), Bahia, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro.</p>
<p>6. Por ser uma cultura perene, com produção durante 11 meses no ano e por mais de 40 anos, não necessita de manutenção intensiva e fixa o homem no campo com emprego para toda a família, evitando o êxodo rural.</p>
<p>7. A borracha natural é o segundo produto agrícola de maior peso negativo na Balança Comercial brasileira (o Brasil importa cerca de 70% das 345 mil toneladas consumidas anualmente).</p>
<p>8. No mercado mundial de borracha natural se observa um acentuado e crescente aumento de consumo desta commodity, bem superior a sua curva de produção, com projeções podendo chegar a níveis de 2,5 a 4,0 milhões de toneladas de déficit em 2030.</p>
<p>9. A heveicultura tem uma rentabilidade superior a 18% ao ano.</p>
<p><strong>Aspectos mercadológicos</strong></p>
<p>O Selo Seringueira Ambiental pode ser usado como uma ferramenta mercadológica, demonstrando o engajamento sócio-ambiental de sua empresa ou instituição, nas embalagens dos produtos e nos materiais de divulgação tanto interna quanto externamente.</p>
<p>A empresa pode ainda mencionar que possui o selo &#8220;Seringueira Ambiental&#8221; em palestras, conferências ou qualquer evento público, divulgando, sempre que possível, a iniciativa do ITeB no processo de neutralização das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE&#8217;s), mediante o plantio de mudas de seringueira.</p>
<p><em>Fonte: ITeB</em></p>
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		<title>Nota de Falecimento &#8211; Jayme Vazquez Cortez</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 17:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seringueira]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O engenheiro agrônomo e presidente da Apabor (Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha), Jayme Vazquez Cortez, faleceu nesta madrugada, aos 86 anos. Jayme, que estava na presidência da Apabor desde maio do ano de 2004, esteve à frente<span class="ellipsis">&#8230;</span> <a href="http://www.seringueira.com/nota-de-falecimento-jayme-vazquez-cortez/"><div class="read-more">Continue lendo... &#8250;</div><!-- end of .read-more --></a></p><p>The post <a href="http://www.seringueira.com/nota-de-falecimento-jayme-vazquez-cortez/">Nota de Falecimento &#8211; Jayme Vazquez Cortez</a> appeared first on <a href="http://www.seringueira.com">Seringueira.com - Implantação e gestão de seringais</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O engenheiro agrônomo e presidente da Apabor (Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha), <strong>Jayme Vazquez Cortez</strong>, faleceu nesta madrugada, aos 86 anos.</p>
<p>Jayme, que estava na presidência da Apabor desde maio do ano de 2004, esteve à frente dos esforços para a introdução do cultivo da seringueira no Brasil e um dos maiores incentivadores da expansão da cultura no país. Iniciou o primeiro contato com cultura da seringueira em 1951, quando foi convidado para ser chefe da estação experimental para pesquisas com plantas tropicais, que seria construída no litoral paulista pelo Instituto Agronômico de Campinas, e instalou, em Campinas, os primeiros viveiros de produção de mudas de seringueira. No mesmo ano, o Brasil importava, pela primeira vez, a borracha natural.</p>
<p>Mais informações:<br />
APABOR &#8211; Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha<br />
(17) 3235-1088 | apabor@apabor.org.br</p>
<p><em>Fonte: Lateks</em></p>
<p><a href="http://www.borrachanatural.agr.br/cms/index.php?option=com_content&#038;task=view&#038;id=10495&#038;Itemid=9" title="Confira aqui a homenagem feita pelo site Borracha Natural Brasileira.">Confira aqui a homenagem feita pelo site Borracha Natural Brasileira.</a></p>
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