Archive Setembro, 2010

VII Ciclo de Palestras sobre Heveicultura Paulista

A Fundação de Apoio a Pesquisa, Ensino e Extensão – Funep realizará em parceria com a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA) e com a Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha – APABOR, nos dias 18 e 19 de novembro de 2010, o VII Ciclo de Palestras sobre Heveicultura Paulista, no município de São José do Rio Preto, Estado de São Paulo, visando ao intercâmbio de informações atuais referentes a essa cultura, e ao levantamento de demandas para pesquisa e agronegócio da borracha.

Nesta oportunidade, estarão reunidos cerca de 700 profissionais, entre estudiosos, pesquisadores, extensionistas, fornecedores e usuários das diferentes técnicas envolvendo o amplo leque da área de Heveicultura.

PROGRAMAÇÃO:

- Importância Sócio-Econômica da Heveicultura para o Estado de São Paulo
- Tecnologia de Aplicação para Controle de Plantas Daninhas, Pragas e  Doenças
- Clones Recomendados para o Estado de São Paulo
- Mercado da Borracha no Brasil: Situação Conjuntural e Futuro Imediato
- Modelo de Gerenciamento do Seringal: Gestão
- Cadeia Produtiva da Seringueira
- Seringueira e Novo Código Florestal
- Modelos de Implantação da Seringueira no Sistema Agroflorestal
- A Heveicultura na Guatemala
- Fatores que Determinam o Sucesso na Implantação da Cultura de Seringueira
- Fisiologia do Látex
- Novas Técnicas de Explotação do Seringal
- Propriedades Técnicas e Utilização da Madeira da Seringueira

Para maiores informações como local e valor acesse o site:
http://www.funep.com.br/novoeventos/mostrar_evento.php?id_eventos=180

Fonte: FUNEP – Fundação de Apoio a Pesquisa Ensino e Extensão (13/09/2010)

Postado em 15/09/2010

Serra investe na produção de borracha natural

O mercado de borracha natural está em ascensão. O principal consumidor do produto é o setor automobilístico, que atualmente importa do sudeste asiático a maior parte dessa matéria-prima, já que o Brasil não dá conta de suprir a demanda. De olho nesse mercado promissor, a prefeitura da Serra está investindo na cultura por meio da capacitação de profissionais que retiram a seiva das árvores.

A qualificação dos sangradores de seringueira acontece entre os dias 16 e 21 de agosto na Seringal do Capitão. Serão treinados 15 seringueiros, cujo salário médio está em torno de R$ 2 mil. Na programação, conhecimento de todo o material utilizado pelo profissional e treinamento nas árvores: tipos de sangria.

Além da proximidade com mercado consumidor, em especial estados da região sudeste, a Serra possui condições de favoráveis para a expansão da cultura, como grande quantidade de terras agricultáveis, e solo e clima propícios para o desenvolvimento da atividade.  A meta do município é passar da atual área plantada de 800 hectares para 1.050, em 2012, e 2 mil hectares, em 2025.

Segundo o secretário de agricultura da Serra, Bruno Silvares, a muda de seringueira pode ser plantada com outras culturas, como o café ou palmáceas, otimizando espaço e garantindo uma renda melhor para o agricultor.

Segundo informação de sites especializados, 70% da borracha consumida no país é proveniente da Ásia, o que representa um gasto diário de R$ 3,6 milhões. O preço da borracha natural está em torno de R$ 3,00, o quilo, um preço considerado excelente por analistas desta assunto.

O Espírito Santo contribui com cerca de 6% da produção nacional, o que representa 107 mil toneladas de borracha, plantadas em 13 mil hectares. Mais de 60% do território do município é composto por áreas rurais, mas somente uma pequena parte está ocupada.

Fonte: Redação Multimídia ES Hoje – www.eshoje.com.br (16/08/2010)

Postado em 09/09/2010

Silvicultura é alternativa lucrativa para produtores de MS

“Mato Grosso do Sul tem áreas extensas, que podem ser aproveitadas na silvicultura sem que haja prejuízo da produção de alimentos. O Estado tem características como localização estratégica, clima e solo que podem torná-lo uma potência do setor”. É o que afirma o diretor administrativo da Usina Santa Helena, Fernando Guerra. Atuando no ramo da indústria de borracha, Guerra esteve em Aparecida do Taboado nesta quarta-feira, 1 de setembro, como palestrante do 1° Seminário Plantar Florestas é um Bom Negócio.

O plantio de florestas, seringueiras ou eucalipto, é o setor do agronegócio que deve crescer no Estado junto a demanda da indústria de papel e celulose, carvão vegetal e produção de borracha. Nesse panorama, Aparecida do Taboado, região nordeste de MS, desponta com a possibilidade de se tornar polo produtor de seringueiras.

Para incentivar os produtores da região em relação a heveicultura (produção de látex), o Sindicato Rural de Aparecida do Taboado, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/MS) e Federação da Agricultura e Pecuária de MS promovem no município o seminário de silvicultura. O evento continua nesta quinta-feira, 2 de setembro, com a visita dos participantes ao viveiro de seringueiras e a um seringal já em fase de sangria (extração do látex).

Fernando Guerra, também mostrou ao público as questões referentes ao plantio da seringueira, que segundo ele precisa ser feito com base em informações para uma melhor produtividade. “Hoje, o Brasil importa 70% da borracha que precisa. A borracha é item de primeira necessidade porque é utilizada na produção de carros e até mesmo pela indústria farmacêutica. Eu busco látex até da Bahia para tentar suprir a demanda. Um produtor em Mato Grosso do Sul pode diversificar sua produção com a silvicultura e ainda aumentar os rendimentos”, avalia.

Com este mercado promissor para o Estado, que só de pastagens degradadas que podem se tornar florestas plantadas tem 9 milhões de hectares, de acordo com a Secretaria de Produção e Turismo (Seprotur), os produtores tem na silvicultura uma oportunidade. O presidente do Conselho do Senar, Ademar Silva Júnior, afirmou que os privilégios de MS para o plantio de florestas são muitos, inclusive a grande área de fronteira com outros estados brasileiros. “O objetivo de um seminário como esse é falar de negócio e oportunidade. A importância de se diversificar a produção, atrair indústrias e assim avançar”, resume.

Um dos obstáculos para quem produz seringueiras são os altos preços das mudas. Em Aparecida do Taboado, o problema foi resolvido com a implantação de dois viveiros: um do sindicato rural do município e outro na Escola Agrícola. Este último, implantado com a assistência técnica e capacitação oferecida pelo Senar aos produtores.

No primeiro dia em torno de 200 pessoas prestigiaram o seminário e mais de 800 assistiram pela internet. A organização é do Painel Florestal, Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (MS), Senar/MS e Prefeitura Municipal são parceiros.

Estiveram presentes representantes da Prefeitura Municipal de Aparecida do Taboado, a Famasul, Ademar Silva Júnior do Senar/MS, Cláudio Mendonça, do Sebrae e Sergio Longen da Federação das Indústrias de MS.

Fonte: AgoraMS.com.br (01/09/2010)

Postado em 09/09/2010